{"id":9510,"date":"2026-09-17T11:15:00","date_gmt":"2026-09-17T14:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/geral\/?p=9510"},"modified":"2026-09-17T11:05:05","modified_gmt":"2026-09-17T14:05:05","slug":"multa-diferenca-de-precos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/geral\/multa-diferenca-de-precos\/","title":{"rendered":"Supermercado em MG \u00e9 multado em R$ 423 mil por cobrar no caixa mais do que prometia na g\u00f4ndola"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A diferen\u00e7a de pre\u00e7os entre o anunciado nas g\u00f4ndolas e o cobrado no caixa custou R$ 423.727,85 ao supermercado Super S\u00f4, em Formiga, no Centro-Oeste de Minas Gerais, segundo o <a href=\"https:\/\/www.mpmg.mp.br\/portal\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Procon-MPMG<\/a>, \u00f3rg\u00e3o de defesa do consumidor vinculado ao Minist\u00e9rio P\u00fablico estadual, que aplicou a penalidade ap\u00f3s fiscaliza\u00e7\u00e3o realizada na loja.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m da diverg\u00eancia de valores entre prateleiras e caixas, os fiscais identificaram outras falhas: parte dos produtos n\u00e3o exibia o valor integral para pagamento \u00e0 vista, n\u00e3o havia sinaliza\u00e7\u00e3o indicando onde ficavam os leitores de c\u00f3digo de barras e faltava uma planta da \u00e1rea de vendas, de acordo com o auto de infra\u00e7\u00e3o. Alimentos, bebidas, produtos de limpeza, esponjas e inseticidas estavam entre os itens flagrados na fiscaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como o Procon calculou a penalidade<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para o Procon, as irregularidades violaram o artigo 31 do C\u00f3digo de Defesa do Consumidor (CDC), norma que obriga os estabelecimentos a apresentar dados exatos e transparentes sobre o que est\u00e1 sendo ofertado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na hora de calcular a penalidade, o \u00f3rg\u00e3o levou em conta dois fatores atenuantes, o hist\u00f3rico sem infra\u00e7\u00f5es anteriores da empresa e as medidas tomadas para reduzir as consequ\u00eancias das irregularidades. Esses fatores resultaram em uma redu\u00e7\u00e3o de 25% sobre o valor base, chegando \u00e0 multa final de R$ 423.727,85.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Antes de aplicar a multa, o Procon ofereceu ao supermercado a possibilidade de firmar uma Transa\u00e7\u00e3o Administrativa, instrumento que permite encerrar o caso por acordo. A proposta foi recusada pela empresa, o que levou \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o da penalidade. O Procon informou que a empresa pode recorrer da decis\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que fazer ao notar diferen\u00e7a de pre\u00e7os&nbsp;<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo o Procon, o consumidor deve comparar o valor anunciado na g\u00f4ndola com o cobrado no caixa antes de concluir a compra. Se houver diverg\u00eancia, \u00e9 poss\u00edvel exigir que o estabelecimento aplique o menor valor entre os dois. Caso a loja se recuse, o registro da reclama\u00e7\u00e3o deve ser feito diretamente no Procon-MPMG.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A diferen\u00e7a de pre\u00e7os entre o anunciado nas g\u00f4ndolas e o cobrado no caixa custou R$ 423.727,85 ao supermercado Super S\u00f4, em Formiga, no Centro-Oeste de Minas Gerais, segundo o Procon-MPMG, \u00f3rg\u00e3o de defesa do consumidor vinculado ao Minist\u00e9rio P\u00fablico estadual, que aplicou a penalidade ap\u00f3s fiscaliza\u00e7\u00e3o realizada na loja. 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