{"id":9554,"date":"2026-09-17T14:30:00","date_gmt":"2026-09-17T17:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/geral\/?p=9554"},"modified":"2026-09-17T14:06:20","modified_gmt":"2026-09-17T17:06:20","slug":"sabotagem-na-copasa-policia-civil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/geral\/sabotagem-na-copasa-policia-civil\/","title":{"rendered":"Pol\u00edcia apura suspeita de sabotagem ap\u00f3s 4 adutoras da Copasa se romperem na Grande BH"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os quatro rompimentos de adutoras da Copasa em Belo Horizonte agora s\u00e3o investigados pela <a href=\"https:\/\/www.policiacivil.mg.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pol\u00edcia Civil de Minas Gerais<\/a> (PCMG). A <a href=\"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/geral\/sabotagem-adutoras-rompidas-em-bh\/\">suspeita de sabotagem levou a empresa ao Minist\u00e9rio P\u00fablico<\/a> na segunda-feira (14), com dados do levantamento interno. A PCMG abriu o inqu\u00e9rito nesta quinta-feira (17), mas n\u00e3o detalhou o andamento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Os quatro casos que levantaram suspeita de sabotagem na Copasa<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre 19 de agosto e 8 de setembro, quatro adutoras cederam em BH e Contagem. O <a href=\"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/geral\/copasa-33-bairros-sem-agua-em-bh\/\">primeiro epis\u00f3dio<\/a> foi no bairro Nova Granada, Regi\u00e3o Oeste da capital. A \u00e1gua tomou as ruas e a Defesa Civil precisou interditar um im\u00f3vel. Na sequ\u00eancia vieram a Pra\u00e7a Guimar\u00e3es Rosa, no bairro Cidade Nova, e o <a href=\"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/geral\/adutora-da-copasa-rompe-no-barreiro\/\">bairro Milion\u00e1rios, no Barreiro<\/a>, onde 65 bairros ficaram sem abastecimento no feriado de 7 de setembro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O \u00faltimo caso ocorreu pr\u00f3ximo \u00e0 BR-040, em Contagem, com 13 bairros e 2.632 im\u00f3veis sem fornecimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m dos rompimentos, o vandalismo ao <a href=\"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/geral\/sistema-anti-odor-da-pampulha\/\">sistema antiodor da Pampulha<\/a>, detectado em 8 de setembro, tamb\u00e9m entrou no radar. Cabos foram furtados e pe\u00e7as danificadas. O equipamento custa R$ 240 mil e deve ficar fora de opera\u00e7\u00e3o por ao menos um m\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Sindicato e Copasa divergem sobre corte de pessoal<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Sind\u00e1gua-MG registra queda de 3 mil postos desde 2019, saindo de 12,5 mil para 9,5 mil trabalhadores. Milton Costa, presidente da entidade, afirmou que a sa\u00edda de profissionais mais experientes reduz a capacidade da empresa de executar e fiscalizar os servi\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Copasa rebateu, sustentando que o ajuste no quadro obedeceu a crit\u00e9rios operacionais e que os rompimentos s\u00e3o eventos isolados, cada um com causa a ser apurada de forma independente.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os quatro rompimentos de adutoras da Copasa em Belo Horizonte agora s\u00e3o investigados pela Pol\u00edcia Civil de Minas Gerais (PCMG). 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