Crédito: Pixabay

Entre as pessoas empregadas no Brasil, quase metade delas (46%) possui algum trabalho paralelo como renda complementar. Em geral, os homens são a maioria (59%) na hora de manter uma atividade extra.

Esses são alguns dos dados apontados pela pesquisa inédita Alelo Hábitos do Trabalho, realizada pelo Instituto Ipsos, terceira maior empresa de pesquisa e de inteligência de mercado do mundo, encomendada pela Alelo, bandeira especializada em benefícios, gestão de despesas corporativas e incentivos.

De acordo com o levantamento, os principais motivos que levam as pessoas a desenvolverem um outro trabalho, além do fixo, são o enfraquecimento do cenário econômico que faz com que muitos empreendam por necessidade, as oportunidades ou até mesmo pela facilidade em exercer uma nova atividade pela internet nos finais de semana ou em horários flexíveis.

Entre as atividades escolhidas para complementar a renda estão desde revendedor de produtos por catálogos (5%), professor particular (4%), produção de bolos, doces e salgados (4%), passando por motoristas de aplicativos (3%), consultoria para empresas (3%) e trabalho com eventos e buffets (3%).

Nesse cenário, 4% são influenciadores digitais, youtubers ou criadores de conteúdo. Homens representam 70% nessas atividades, com maior concentração na região Sudeste (56%), na faixa de 25 a 44 anos de idade (61%) e prioritariamente nas classes B e C (92%).

Além disso, a pesquisa aponta que as pessoas mais jovens, entre 18 a 24 anos, são as que mais desenvolvem atividades paralelas, em um total de 54%.

“Entender os hábitos atuais do trabalho é muito importante para nós como empresa que fornece soluções relacionadas a esse universo. Essa pesquisa exclusiva trouxe novos retratos dessa nova economia. Percebemos que esse é um fenômeno em todas as classes sociais e em todo o país”, destaca o CEO da Alelo, Cesário Nakamura.