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Segundo Adriano Guimarães, serviço já está consolidado junto ao ensino superior | Crédito: Washington Alves/Light Press

A aceleração do processo de digitalização da educação causada pela pandemia de Covid-19 também ajudou a acelerar a expansão dos negócios da Prova Fácil, edtech sediada em Belo Horizonte e especializada na gestão e execução de processos de avaliação escolar.

A previsão de crescimento de 35% em volume de negócios para 2020, em relação ao ano passado, já está chegando a 45% na mesma base de comparação.

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Utilizando inteligência artificial e reconhecimento facial, a plataforma ajuda o professor desde a montagem da prova até a correção. O ponto crítico do processo é a aplicação da avaliação. A tecnologia faz a autenticação do aluno, ou seja, que é ele mesmo que está prestando o exame, e o monitoramento, garante que as regras estejam sendo cumpridas mesmo em um ambiente não controlado (fora da escola), atendendo às determinações da legislação.

De acordo com o CEO da Prova Fácil, Adriano Guimarães, o serviço está consolidado junto ao ensino superior e a pandemia tem ajudado a levar a marca para os ensinos médio e básico, além de outros tipos de cursos e escolas como profissionalizante e até mesmo os livres.

“Começamos pelo superior onde o ensino a distância (EAD) e o uso da tecnologia já está bem difundido. Agora as outras escolas também estão percebendo a necessidade desse tipo de tecnologia. O setor estava muito acostumado ao presencial e ao tradicionalismo. A nossa empresa trabalha com tecnologia para gerenciamento de provas a partir de um software que organiza todo o processo avaliativo. A sete anos fazemos processos digitais mais eficientes. Há três anos investimos muito forte em provas on-line e provas em ambientes não controlados, com reconhecimento facial e monitoramento, ou seja, tecnologia já estava disponível, mas só agora as escolas estão sentindo a real necessidade”, explica Guimarães.

A plataforma é oferecida às escolas no modelo de serviço, através de assinatura e a remuneração leva em conta o número de alunos da instituição e o número de provas aplicadas. Segundo o empresário, a ferramenta gera, em média, 35% de redução nos custos operacionais, 70% de diminuição do tempo gasto com correção de provas e 92% de redução nos pedidos de revisão de prova.

Para 2021, a meta é começar a atuar também no exterior através de parceiros multinacionais que são atendidos no Brasil. Argentina e Colômbia são os países mais prováveis para a primeira experiência.

“A ferramenta está preparada para qualquer modelo de prova. As avaliações discursivas têm dois modelos. Quando a resposta é escrita, ela é encaminha para o professor para que a correção seja realizada dentro da própria ferramenta. E, no segundo, já temos algumas iniciativas em parceria com outras startups de inteligência artificial, para a correção feita pela própria plataforma, inclusive, para redações. Isso, claro, tem que ser coparticipado pelo professor. A educação e nós não podemos abrir mão da figura fundamental do professor”, completa.

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