COTAÇÃO DE 17/09/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,2820

VENDA: R$5,2820

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,3100

VENDA: R$5,4500

EURO

COMPRA: R$6,2293

VENDA: R$6,2322

OURO NY

U$1.754,86

OURO BM&F (g)

R$298,96 (g)

BOVESPA

-2,07

POUPANÇA

0,3012%

OFERECIMENTO

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Inovação Inovação-destaque
Brito: primeiro ponto é garantir a realização do leilão do 5G em 2021, já com um ano de atraso em relação ao cronograma | Crédito: Divulgação
Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

O 1º Congresso Nacional de Mulheres Engenheiras já nasceu híbrido. Além da versão presencial em Belo Horizonte, o evento também foi transmitido pela internet com participação de convidados e audiência de todo o Brasil. Promovido pelo Instituto Feminino de Engenharia (IFE), teve como principal objetivo mostrar o papel da mulher no segmento da Engenharia e a importância de existir igualdade entre os gêneros dentro das corporações.

“Estamos na era do respeito acima de tudo. No caso da Engenharia, podemos dizer que ainda é um setor masculino, e o IFE vem, incansavelmente, buscando um equilíbrio organizacional”, explicou a presidente do IFE, Alaíze Reis.

PUBLICIDADE

Entre os temas do primeiro dia, ligados à importância dos profissionais no desenvolvimento das empresas e do País, também foi realizado o painel “A evolução da Engenharia de Telecomunicações 5G Conexão: Santa Rita do Sapucaí”.

A história da cidade com a tecnologia, a inovação e o empreendedorismo começou há 60 anos, com uma mulher: Luzia Rennó Moreira. Conhecida como Sinhá Moreira, ela fundou a primeira escola técnica de eletrônica da América Latina, inspirando mais tarde a criação do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel) e do Arranjo Produtivo Local (APL) batizado como “Vale da Eletrônica Brasileiro”.

Sobre os desafios para a implantação do 5G no Brasil, os participantes destacaram o próprio tamanho do País e a necessidade de se desenhar modelos de negócios que democratizem o acesso sob pena de um aprofundamento da desigualdade digital e social já tão grandes entre os brasileiros.

Na mesa, estava a professora do Inatel e COO da FITec, Astrid Maria Carneiro Heinisch. “O 5 G é uma tecnologia que surge para suportar uma diversidade de serviços que, como engenheiros, já vislumbrávamos a demanda, mas que ficava limitada pela própria comunicação. Quando o tempo de resposta cai, com uma banda maior e grande confiabilidade com essa tecnologia, ela abre um potencial incrível de desenvolvimento em diversos setores”, afirmou Astrid Heinisch.

O pró-diretor de Pós-graduação e Pesquisa e coordenador do Centro de Referência em Radiocomunicações (CRR) do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), José Marcos Câmara Brito, também participou do evento. Para ele, o primeiro ponto é garantir a realização do leilão do 5G em 2021, já com um ano de atraso em relação ao cronograma original apresentado pelo governo federal.

“Depois de garantir a realização do leilão, temos que nos preocupar em ter um modelo de leilão que permita que as operadoras levem o 5G para o interior do País. O 5G tem um potencial de aplicações revolucionário, mas se implementarmos só nos grandes centros isso vai aumentar a desigualdade no País. O modelo de negócio deve impor aos ganhadores levar a tecnologia também para os mercados considerados economicamente menos atrativos. Devemos saber se queremos 5G para todos ou só para quem pode pagar caro”, provocou Brito.

Futuro – Ao mesmo tempo em que nos preocupamos com a implantação do 5G, cientistas do mundo inteiro já realizam as primeiras pesquisas em 6G. Nesse time estão professores e pesquisadores do Inatel. A próxima revolução tecnológica promete permitir às pessoas predizer assuntos de seu interesse.

Antes, porém, alerta o professor do Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais (DCC/UFMG), Daniel Fernandes Macedo, há muitas “minirrevoluções” para acontecer embaladas pelo 5G.

“Ao falar do 5G, além da velocidade, temos que olhar para dentro da rede. Ainda teremos muita evolução, eliminando equipamentos físicos, aumentando a virtualização dos equipamentos. A cada evolução tecnológica que temos, ganhamos mais oportunidades. Vejo isso como algo muito interessante para quem está se formando agora ou mesmo engenheiros que estão no mercado. O 5G vai ser muito interessante porque vamos conseguir trazer várias novas aplicações para a engenharia”, completou Macedo.

A história de Santa Rita do Sapucaí com a tecnologia, a inovação e o empreendedorismo começou há 60 anos, com Luzia Rennó Moreira | Crédito: Divulgação

Operadora alcança 2 mi de clientes por fibra ótica

A Oi acaba de atingir a marca de 2 milhões de clientes de sua internet de alta velocidade, a Oi Fibra. O resultado foi alcançado apenas 8 meses depois de a companhia ter registrado, em abril, o primeiro milhão de clientes do serviço, com um volume de aquisições sem comparação no mercado de internet de altíssima velocidade. A fibra ótica é o principal pilar do plano de transformação da companhia, com soluções para fins residenciais, empresariais e corporativos. O desempenho do produto evidencia o sucesso da estratégia e a correta execução do plano, que tem como objetivo transformar a Oi em uma das mais relevantes empresas de infraestrutura e serviços digitais do País.

A Oi manterá o alto investimento que vem fazendo em fibra e continuará expandindo o serviço em 2021. O planejamento da companhia é ao longo do próximo ano lançar a Oi Fibra em 94 novas cidades, distribuídas em todas as regiões do País, e ampliar o atual número de 134 municípios atendidos com Fiber To The Home (FTTH) para 228 municípios, até o fim de 2021. Além disso, a companhia planeja elevar o número de residências e empresas aptas a contratar sua internet de fibra ótica, que atualmente é de 8,7 milhões de endereços (homes passed, no jargão em inglês), para mais de 14,5 milhões, até o final do ano que vem.

Lançada em 2018, a Oi Fibra se expandiu rapidamente e vem demonstrando seu potencial de democratizar o acesso da população à mais moderna tecnologia de conexão de internet, impulsionada pelo seu diferencial competitivo de uma rede de transporte com mais de 400 mil quilômetros de extensão e pela alta qualidade de conexão, associada à robustez da tecnologia de fibra até a casa/empresa do cliente e do modem dual band com wi-fi up.

“A situação que o mundo está atravessando este ano, por conta da pandemia, mostrou de forma definitiva como a agenda da conectividade de alta qualidade e disponibilidade é essencial para todos, sejam empresas, sejam pessoas, sejam entidades públicas e governo. A Oi tem consciência de sua responsabilidade e do papel que ela pode ter para o avanço digital do país, incluindo as diversas frentes de impacto em saúde, educação, economia, segurança, comunicação, informação ou entretenimento. Estamos muito felizes que os nossos esforços para ampliar o acesso à banda larga por fibra estejam sendo reconhecidos pelo mercado e que a companhia esteja no caminho certo da execução de seu plano de transformação”, avalia o presidente da Oi, Rodrigo Abreu.

A base de clientes da Oi Fibra cresceu 200% durante 2020 (até hoje), adicionando cerca de 1,3 milhão de novos clientes durante os últimos 11 meses. Em função disso, a companhia foi a única entre as principais operadoras a aumentar participação no mercado de ultra banda larga em 2020. Considerando os números mais recentes, (referentes ao encerramento do 3º trimestre de 2020), a Oi adicionou cerca de 20% mais clientes do que a soma de todas as grandes operadoras de ultra banda larga.

A Oi Fibra já é a preferida dos clientes em 13 capitais do País, liderando o market share na cidade de Belo Horizonte (44%). Esse desempenho também se refletiu na receita, que cresceu quase cinco vezes nos últimos 12 meses, atingindo R$ 402,3 milhões, e um valor de receita anualizada futura já superior aos R$ 2 bilhões. “Os resultados obtidos até aqui nos fortalecem e nos encorajam ainda mais a alcançar nosso objetivo de fazer da Oi a principal referência em infraestrutura e serviços digitais do País”, afirma Abreu.

A estratégia de fibra da Oi prevê não só a expansão de um serviço com altíssima qualidade e estabilidade, mas seu contínuo aperfeiçoamento, incorporando inovações tecnológicas em transmissão de dados. A companhia está participando de um grupo mundial, liderado pelo ETSI, de padronização e criação de um serviço de fibra de 5ª geração, chamado de F5G. Como parte dessa evolução, a Oi pretende lançar no primeiro semestre de 2021 a mais nova tecnologia de internet fixa, o XGS-PON.

O F5G possibilita alcançar taxas de transmissão de dados superiores a 1 Gbps por cliente, podendo alcançar até 10 Gbps por cliente. A novidade permite realizar várias atividades que necessitam da mais alta performance de internet ao mesmo tempo, como utilizar recursos de realidade virtual em tempo real, assistir vídeos em 8K, participar de jogos on-line de alta complexidade, realizar downloads de grandes arquivos, com estabilidade e baixíssima latência, ampliando os limites de capacidade da rede em operação até então. Além do lançamento do XGS-PON, a Oi vem desenvolvendo outras soluções baseadas na tecnologia F5G e com estes lançamentos incorporados à Oi Fibra, a companhia se tornará a primeira operadora no Brasil a implantar o F5G em sua rede FTTH.

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!