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Atividade acelera, mas revisão reforça incerteza econômica

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Em novembro, a produção industrial brasileira retraiu 1,2%, interrompendo sequência de altas | Crédito: Arquivo/ABr Usada em 20-08-19

São Paulo – A atividade econômica brasileira manteve o ritmo positivo em novembro pelo quarto mês seguido, com um resultado acima do esperado, mas o ganho visto em outubro foi revisado para baixo e reforça os sinais de hesitação da economia no final de 2019.

Considerado sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou alta de 0,18% em relação a outubro, em dados ajustados sazonalmente informados pelo BC nessa quinta-feira (16).

O número ficou acima da expectativa em pesquisa da Reuters de alta de 0,10% e ainda mostrou aceleração na comparação com o ritmo do mês anterior. Entretanto, a expansão de outubro foi reduzida com força para 0,09%, após o BC divulgar anteriormente alta de 0,17%.

Sobre novembro de 2018, o IBC-Br apresentou ganho de 1,10% e, no acumulado em 12 meses, houve avanço de 0,90%, segundo números observados. “Há sinais de que a atividade econômica está acelerando, mas não parece ser um movimento muito forte. Reforça esse cenário de que a atividade vai continuar acelerando, mas ainda assim em ritmo gradual”, avaliou a economista-chefe da consultoria Rosenberg & Associados, Thais Marzola Zara.

Ela calcula um crescimento do PIB de 0,6% no quarto trimestre, fechando o ano de 2019 com expansão de 1,2%.

Os dados de novembro sobre a atividade levantaram sinais de alerta ao renovarem indícios de fraqueza na economia, provocando dúvidas sobre o desempenho no quarto trimestre.

Atividades – Em novembro, a única atividade a apresentar ganhos foi a de vendas no varejo, mas abaixo do esperado, ao subirem 0,6% em relação a outubro.

Já a produção industrial brasileira recuou 1,2% em novembro, voltando a cair depois de três meses, enquanto o setor de serviços do Brasil interrompeu dois meses de ganhos, com queda de 0,1% no volume.

A expectativa era de que o quarto trimestre refletisse com mais força a queda da taxa de juros básica Selic para a mínima histórica de 4,5%, alcançada em dezembro. Também é um período marcado pela liberação do FGTS e melhora da confiança.

Mas, agora, o mercado já lida com a possibilidade de reduzir mais as projeções de inflação, abrindo espaço para mais cortes da taxa básica de juros Selic, além de prejudicar as expectativas de fluxo cambial ao País. (Reuters)

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