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Com grande parte dos brasileiros dentro de casa, em quarentena para evitar a proliferação do coronavírus, aumentou em 40% o tráfego de dados na banda larga fixa no país. A situação emergencial exige operações ágeis de manutenção das redes, que dependem de operações logísticas eficientes.

Não por acaso os setores de telecomunicações e transportes são considerados serviços essenciais, que não podem parar durante o período de isolamento social.

Como operador logístico de algumas das maiores empresas do setor de telecom, a Pacer vem mantendo suas atividades neste momento e atuando com ainda mais intensidade, para garantir serviços como internet, telefonia e redes de televisão, por exemplo.

“A preocupação neste momento é salvar vidas, mas na logística não podemos parar. Além de atuar na área de telecom, também transportamos alimentos e produtos farmacêuticos, que também são essenciais. Por isso a Pacer vem se adaptando a esta situação, tomando todos os cuidados com seus funcionários e parceiros, e garantindo que não faltem produtos e serviços fundamentais para os brasileiros”, descreve o CEO da Pacer Logística, Alexandre Caldas.

No entanto, outro desafio deve surgir para a logística no setor de telecomunicações nos próximos meses. O governo agendou para novembro deste ano o leilão para implantação da tecnologia 5G no Brasil, o que deve movimentar investimentos de R$ 20 bilhões em uma nova rede nacional que vai revolucionar as comunicações, com a chamada Internet das Coisas.

Caldas fala sobre os desafios deste momento. “A combinação da crise da Covid-19 com a chegada do 5G está colocando o mercado de telecom à prova, desde a sua infraestrutura, passando por operadoras, empresas de suporte e o governo”, diz.

O executivo acredita que, superada a epidemia, o mercado de telecom terá um crescimento ainda mais acelerado, pela necessidade de melhoria de infraestrutura atual e com a implementação do 5G.

“Estamos atravessando um momento difícil e a logística tem sido fundamental para que os brasileiros se mantenham abastecidos e informados durante a quarentena. E depois desta fase, teremos outro período desafiador, que exigirá operações logísticas ainda mais qualificadas no setor de telecom”, afirma o CEO da Pacer, ressaltando a especialização da empresa neste segmento.