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Inovação

Em janeiro de 2020, o Grupo Novo Século publicou o livro “Inovação em uma Sociedade Disruptiva”, de Janguiê Diniz. A obra traz uma abordagem prática sobre as transformações da sociedade e a necessidade de nos adaptarmos a todas elas para que as posições no mercado de trabalho, família e lazer sejam mantidas. O professor, empresário e empreendedor nos oferece uma abordagem prática que tangencia muitos dos pontos-chave desse momento tão importante no qual vivemos, descrevendo com maestria e simplicidade perspectivas, impactos e oportunidades em temas como empreendedorismo, educação, ambiente político, sustentabilidade, tecnologia e empregabilidade. Leitura essencial para interessados em melhorar suas percepções e intenções com o mundo atual. (Inovação em uma Sociedade Disruptiva, Janguiê Diniz, Editora Novo Século, 272 páginas, R$ 40)

Movimento está transformando o mercado financeiro

O livro “O Fenômeno Fintech”, do autor Bruno Diniz, aborda o movimento que está transformando o mercado financeiro no Brasil e no mundo. A obra contempla nove capítulos, sendo o primeiro atrelado ao contexto histórico do mercado financeiro, da economia, do consumo e como ocorreram as mudanças dessas questões. Assuntos constantemente abordados na imprensa como Inclusão Financeira, Desbancarização, Crowdfunding, Bancos Digitais, Open Banking, Criptoativos, Blockchain e Corporate Venture também são explicados no livro, indo desde a origem no mercado até o possível cenário desses meios no futuro. Outros acontecimentos descritos por Bruno Diniz no livro são o surgimento de associações e comitês brasileiros especializados em Crédito Digital, Fintechs, Startups, entre outros. (O Fenômeno Fintech, Editora Alta Books, 256 páginas, R$ 50)

“Dinossauros” se destacam na Era Digital

Para se manter competitivo no mercado, mais do que nunca, é preciso encarar de frente o processo de transformação digital. Mas como fazer isso? De um lado, temos companhias forjadas sobre os princípios e práticas de administração, cunhadas na Revolução Industrial, com estruturas rígidas e alta capacidade de prever resultados. De outro, temos empresas de base tecnológica, maleáveis, que abraçam incertezas e desafiam o status quo da ciência da gestão. Não à toa, o primeiro grupo foi chamado de Dinossauro e o segundo de Unicórnio. Mas seria possível as “dinossauros” se tornarem algo diferente? Foi essa inquietação que motivou o autor, Rafael Sampaio, a escrever o livro Vantagem Digital – Um guia prático para a transformação digital. A publicação é dividida em cinco capítulos: Vantagem Digital, em que o autor apresenta sua visão sobre as forças e movimentos que estão moldando a Era Digital; Tecnologias Transformadoras, dedicado a investigar as tecnologias transformadoras que estão mudando radicalmente o mundo da forma que conhecemos e aborda a tecnologia na perspectiva estratégica; Um novo olhar para a estratégia, capítulo que discute como produzir valor na Era Digital para a empresa e para seus stakeholders; DNA Digital, traz a análise das práticas usadas pelas empresas digitais, ajudando o leitor a reconhecer a que distância a empresa está do DNA Digital e que características precisará priorizar para amadurecer digitalmente e Cultura, Execução e Pensamento Estratégico, que reúne os demais conceitos dos capítulos anteriores de modo a racionalizar a jornada de transformação digital da empresa. (Vantagem Digital – Um guia prático para a transformação digital, Editora Alta Books, 160 páginas, R$ 42,18)

Todo dia a mesma morte: um olhar sobre o suicídio

Uma narrativa visceral que conta a história de uma noiva, a Rosinha, que morre no dia do seu casamento e precisa saber quem a matou para seguir em paz. É esse o enredo da obra “Até que a Morte nos Ampare”, do autor Marcos Martinz e publicada pela Editora Skull. Quando a personagem principal descobre que o seu algoz era ela própria, começa um diálogo importante e revelador entre a personagem, a morte e o próprio autor Marcos. Com uma pegada espírita ou ficcional, direcionamento que o autor deixa a critério do leitor, a conversa entre a falecida, o ceifador e o espírito do corpo adormecido do autor é intensa. Passeia por campos da psicanálise e espirituais, vaga pela mente ingenuamente humana e, também, mostra os sentimentos de uma moça em depressão, prestes a casar e afundada em seus anseios. De forma impactante e, de certa maneira doce, o autor se debruça no verdadeiro sentido de amar a si mesmo, de enfrentar a vida com paixão, de não se autossabotar e de como pode ser muito mais difícil enfrentar a morte pós-suicídio do que a vida em depressão. (Até que a Morte nos Ampare, Marcos Martinz, Editora Skull, 102 páginas, R$ 30)