Crédito: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (Iace), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e pelo The Conference Board (TCB), subiu 0,4% em janeiro, fechando em 120,1 pontos, o nível máximo da série histórica.

Entre os oito componentes econômicos que formam o índice, cinco contribuíram para a alta registrada, com a maior influência provocada pelo Índice de Expectativas e do setor de Serviços.

Complementar ao Iace, também foi divulgado nessa quarta-feira (19) o Indicador Coincidente Composto da Economia Brasileira (ICCE), que mede as condições econômicas atuais. O índice subiu 0,2%, atingindo 104,7 pontos em outubro.

Segundo o pesquisador do Ibre/FGV, Paulo Picchetti, a desaceleração nos indicadores da atividade econômica não se refletiu no indicador antecedente.

“Os resultados em janeiro não apontam para uma reversão do ciclo de crescimento. O baixo patamar das taxas de juros e a retomada gradual do mercado de trabalho são os principais fatores por trás das expectativas de continuidade do ciclo de expansão”.

(Agência Brasil)