A partir de 2026, mais de 35 milhões de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no Brasil receberão a primeira parcela do 13º salário sem o desconto de tributos. O benefício será liberado entre 24 de abril e 8 de maio. Esta estratégia de isenção de descontos visa estimular o consumo e a economia nacional.
O pagamento do 13º salário do INSS ocorre tradicionalmente em duas partes. A primeira parcela, paga sem descontos, corresponde a 50% do valor do benefício.
A segunda, que pode incluir deduções como o Imposto de Renda, será paga entre 25 de maio e 8 de junho. A decisão recente de eliminar descontos na primeira parcela tem o objetivo de aliviar financeiramente os segurados nesse período inicial do ano.
Por trás da decisão econômica
A antecipação do 13º salário, sem descontos na primeira parcela, é uma medida econômica calculada para injetar R$ 78,2 bilhões na economia brasileira no primeiro semestre de 2026, segundo dados oficiais.
Ao permitir que beneficiários disponham de mais dinheiro, a expectativa é que o consumo cresça, impulsionando setores como o comércio e serviços.
O cronograma de pagamentos leva em consideração o penúltimo dígito do Número de Benefício (NB) dos segurados, assegurando uma distribuição ordenada.
A implementação dessa estratégia foi confirmada pelo Governo Federal, conforme o Decreto nº 12.884, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicado em 19 de março de 2026 no Diário Oficial da União.
Essa iniciativa não só alivia temporariamente as finanças dos beneficiários, mas também se alinha com políticas de crescimento econômico sustentado, oferecendo um panorama promissor para o restante do ano.




