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3 países europeus estão unindo forças contra os Estados Unidos

Por Pedro Silvini
18/01/2026
Em Geral
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Estados Unidos

(Reprodução/IStock)

A escalada das declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a possibilidade de ampliar o controle americano sobre a Gronelândia provocou uma reação coordenada inédita na Europa. França, Alemanha e aliados nórdicos passaram a alinhar discursos diplomáticos e ações militares simbólicas para reforçar que o território — parte autônoma do Reino da Dinamarca — é europeu e protegido pela Otan.

Em entrevista à rádio France Inter, o ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noël Barrot, foi direto ao comentar o cenário de tensão:

“Queremos agir, mas queremos fazê-lo em conjunto com os nossos parceiros europeus”, afirmou, ao ser questionado sobre uma eventual investida dos Estados Unidos sobre a Gronelândia.

Dias antes, Barrot já havia se manifestado publicamente nas redes sociais contra qualquer pretensão americana sobre o território. Em vídeo publicado no X, declarou:

“A Gronelândia não está à venda nem pode ser adquirida. É um território europeu”.

Segundo o ministro francês, o tema também foi tratado diretamente com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, que, de acordo com Barrot, teria descartado “uma repetição dos acontecimentos da Venezuela na Gronelândia”, em referência a intervenções unilaterais.

Movimentação militar envia recado político

A reação europeia ganhou contornos concretos com o envio de militares para Nuuk, capital da Gronelândia. Um contingente francês de 15 soldados chegou à ilha como parte de uma missão de reconhecimento que também envolve Alemanha, Suécia, Noruega e Reino Unido — todos aliados da Dinamarca na Otan.

O enviado especial francês Olivier Poivre d’Arvor classificou a ação como histórica.

“Este é um primeiro exercício. Vamos mostrar aos Estados Unidos que a Otan está presente”, afirmou, destacando o peso simbólico da operação.

A missão, chamada de Operation Arctic Endurance, envolve apenas algumas dezenas de militares e exercícios conjuntos liderados pela Dinamarca. Ainda assim, autoridades europeias reconhecem que o gesto tem forte valor político diante da pressão exercida por Washington.

Trump insiste e eleva a tensão

Mesmo diante da reação europeia, Donald Trump voltou a defender publicamente o controle da Gronelândia pelos Estados Unidos.

“Precisamos da Gronelândia para a segurança nacional”, disse o presidente no Salão Oval, sem descartar o uso da força, embora tenha afirmado acreditar em um acordo com a Dinamarca.

Atualmente, os EUA já mantêm uma base militar no território, com até 150 militares, e possuem acordos que permitem ampliar essa presença. Ainda assim, Copenhague rejeita a narrativa americana. Após reunião em Washington com o vice-presidente JD Vance, o chanceler dinamarquês Lars Løkke Rasmussen afirmou que existe um “desacordo fundamental” entre os dois países.

Pedro Silvini

Pedro Silvini

Jornalista em formação pela Universidade de Taubaté (UNITAU), colunista de conteúdo social e opinativo. Apaixonado por cinema, música, literatura e cultura regional.

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