Para as comédias românticas e praticamente toda música que ouvimos, o único “final feliz” possível é se tornando parte de um casal. Mas, para outros, “terminar sozinho” está longe de ser a tragédia que tanta gente pinta. Afinal de contas, existe algum jeito certo de ser mais feliz?
É o que um estudo feito por pesquisadores das Universidades de Nevada e Michigan, nos Estados Unidos, tentou desvendar. Comprovando a sabedoria popular, o estudo chegou à mesma conclusão que aquele ditado do senso comum: antes sozinho, do que mal acompanhado.
A pesquisa descobriu mais sobre os efeitos que um relacionamento ruim podem provocar sobre a saúde mental do indivíduo. Discussões recorrentes podem aumentar a produção de cortisol, o famoso “hormônio do estresse”, causando inflamações e alterações no apetite, aumentando os riscos de depressão e ansiedade.
“Um relacionamento ruim abala tudo, porque está ligado ao emocional. Não tem um botão de liga e desliga, isso te consome no trabalho e nas amizades, a pessoa desaparece, porque emoções negativas vampirizam”, explicou o psicólogo, mestre e doutor em neurociência cognitiva Yuri Bussin, ao O TEMPO.
Um estudo publicado no periódico científico Psychosomatic Medicine revelou que pessoas com poucas interações positivas com seus parceiros têm até 8,5% mais chance de sofrer um infarto ou um Acidente Vascular Cerebral (AVC).
Solteirice combina com felicidade?
Estar sozinho não é sinônimo de estar infeliz. Inclusive, está se tornando uma tendência mundial pessoas que preferem viver sozinhas. Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) questionou vários brasileiros que vivem sozinhos e que associam isso à independência, liberdade e paz.




