O salário mínimo, piso salarial garantido por lei para todos os trabalhadores brasileiros de carteira assinada (CLT), também é uma referência importante para programas sociais e para o pagamento de benefícios como a aposentadoria. Todo ano, o salário mínimo ganha um reajuste considerando a inflação. Para o ano que vem, o salário mínimo deve passar de R$ 1.518 para R$ 1.631, uma alta de 7,44%.
Esse ajuste do salário mínimo segue a atual política de correção que combina os índices de inflação a um ganho real de 2,5% para tentar manter o poder de compra dos brasileiros. Se confirmado, esse novo salário começa a ser aplicada nos salários pagos em fevereiro, relativos ao primeiro mês do ano. De acordo com o Dieese, o salário mínimo é referência direta para 59,9 milhões de brasileiros, como trabalhadores CLT, aposentados, etc.
Como explica o NSC Total, o aumento de 7,44% no salário mínimo para 2026 acompanha a projeção de inflação de 3,6% para o ano que vem, além da política de ganho real que é vinculada ao crescimento do PIB (Produto Interno Bruto). O governo trabalha com uma projeção de alta de 2,44% para a economia do próximo ano.
Ps: lembrando que estados também contam com seus próprios pisos salariais, que, obviamente, não podem ser menores do que o piso nacional.
Confira o histórico do salário mínimo na última década:
- 2016 – R$ 880;
- 2017 – R$ 937;
- 2018 – R$ 954;
- 2019 – R$ 998;
- 2020 – R$ 1.039;
- 2020 – R$ 1.045;
- 2021 – R$ 1.100;
- 2022 – R$ 1.212;
- 2023 – R$ 1.320;
- 2024 – R$ 1.412;
- 2025 – R$ 1.518.




