Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, tem enfrentado desafios de saúde significativos nos últimos tempos. De 24 de dezembro a 1º de janeiro, ele esteve internado no Hospital DF Star, em Brasília, onde passou por várias intervenções médicas.
Durante a internação, o ex-presidente iniciou um tratamento com antidepressivos, solicitado por ele mesmo. A decisão se deu em meio a um quadro de saúde complicado, envolvendo crises persistentes de soluço e questões emocionais.
Intervenções médicas
Desde o Natal de 2025, Bolsonaro foi submetido a uma série de procedimentos médicos para corrigir problemas de saúde. Ele passou por uma cirurgia para correção de hérnia inguinal em 25 de dezembro.
Além disso, teve que realizar três procedimentos de intervenções no nervo frênico, com o objetivo de aliviar as crises de soluço persistentes. A condição médica de Bolsonaro inclui apneia do sono e picos de hipertensão, tornando o quadro geral mais delicado.
Inclusão de antidepressivos no tratamento
O tratamento com antidepressivos marca uma nova etapa para o ex-presidente. Embora já tenha utilizado esse tipo de medicamento no passado em doses menores, sua reintrodução no tratamento atual se tornou necessária devido ao impacto emocional de suas condições físicas.
Os médicos acreditam que os soluços frequentes têm afetado negativamente o estado emocional de Bolsonaro, prejudicando sua saúde mental e física.
Prisão domiciliar negada
Bolsonaro recebeu alta hospitalar nesta quinta-feira (1º). Ele voltou para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.
A defesa do ex-presidente pediu ao Supremo Tribunal Federal que o mesmo cumprisse a pena em prisão domiciliar. O pedido foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes nesta quinta-feira, dia 1º.




