Além de ser uma das maiores economias do mundo, a China também é gigante quando o assunto é potência militar. Inclusive, o gigante asiático é um dos poucos países do mundo que possui armas nucleares. Mas existem outros países também poderosos que ajudam a “equilibrar a balança” do poder, barrando o avanço militar da China na região.
Dois países se uniram para barrar a China
De acordo com o Diario Uno, esses dois países são os Estados Unidos, inimigos de longa data da China, e o Japão (inimigo de longa data do resto da Ásia). Em busca de tentar barrar a expansão não apenas militar, mas comercial e diplomática da China, os EUA de Donald Trump estão fortalecendo essa parceria com o Japão, país que costuma ser bastante cauteloso em assuntos militares.
No final de outubro do ano passado, os dois países assinaram um acordo “anti-China”, para garantir o fornecimento de minerais essenciais e terras raras, indispensáveis para a produção de eletrônicos. O objetivo do acordo é diminuir a dependência da reserva chinesa, que controla mais de 60% da produção mundial desses recursos, explica a CNN Brasil.
Como já mencionamos, além de comercial, a parceria entre EUA e Japão também tem o objetivo de bater de frente com o poderio militar chinês. Um exemplo é que, em dezembro do ano passado, as forças aéreas dos dois países realizaram manobras conjuntas, uma manifestação de poderio bélico em protesto a entrada de aviões militares chineses e russos perto do espaço aérea do Japão e da Coreia do Sul.




