Com 2,13 metros de altura — oito centímetros a mais que Oscar Schmidt, dono de 2,05 m e ícone histórico do basquete brasileiro — o pivô Andrézão, de apenas 22 anos, vem chamando atenção no NBB CAIXA 2025/26. Maior jogador em atividade na liga, ele se transformou no principal destaque do Bauru Basket, liderando estatísticas e impondo domínio físico e técnico no garrafão.
Mesmo jovem, Andrézão já disputa sua sexta edição do NBB e vive o melhor momento da carreira. Em 19 partidas, o pivô soma 336 pontos, com média de 17,68 por jogo, além de liderar a competição em rebotes (10,6 por partida), eficiência, arremessos de dois pontos convertidos e número de duplos-duplos.
O desempenho consistente fez do jogador o grande destaque da segunda semana do NBB CAIXA 2025/26. No período, ele registrou médias de 20,5 pontos e 14 rebotes, alcançando 31,5 de eficiência, números decisivos para a reação do Bauru Basket após um início de temporada marcado por três derrotas consecutivas.

Força, técnica e maturidade precoce
Sob o comando do técnico Paulo Jaú, Andrézão se consolidou como a principal referência ofensiva e defensiva da equipe. A combinação de força física, leitura de jogo e inteligência tática faz com que o pivô seja constantemente acionado nos momentos decisivos.
Na média geral da temporada, os números seguem expressivos: 18,3 pontos, 11,8 rebotes e 24 de eficiência por partida. O rendimento reforça a expectativa de que o Bauru volte a brigar na parte de cima da tabela, repetindo o desempenho das últimas duas edições do campeonato, quando o clube chegou à semifinal do NBB.
Altura que impressiona, jogo que convence
A comparação com Oscar Schmidt, um dos maiores jogadores da história do basquete mundial, chama atenção não apenas pela estatura. Se Oscar marcou época pelo arremesso preciso e protagonismo ofensivo, Andrézão constrói sua trajetória com domínio no jogo interno e regularidade estatística, tornando-se peça-chave em ambos os lados da quadra.


