O passaporte de Eliza Samudio, encontrado no final de 2025 em um apartamento em Portugal, gerou novas perguntas sobre sua trágica história. O documento foi entregue ao Consulado-Geral do Brasil em 2 de janeiro de 2026, reacendendo memórias do caso marcante de seu desaparecimento em 2010. Eliza foi assassinada em um crime envolvendo o ex-goleiro Bruno Fernandes.
Durante sua estada em Portugal, em 2007, Eliza perdeu o passaporte. Para retornar ao Brasil, usou uma Autorização de Retorno ao Brasil (ARB), emitida por consulados em casos de extravio de documentos. O passaporte, agora sob a custódia do consulado brasileiro, será enviado ao Brasil para conclusão dos trâmites legais.
Explicações das autoridades e novas investigações
Após a descoberta, autoridades brasileiras esclareceram que o passaporte não indica novas viagens de Eliza após 2007. O documento contém apenas um registro de entrada em Portugal, não incluindo informações sobre saídas.
Atualmente, as autoridades aguardam instruções para o envio do passaporte ao Brasil.
Perguntas sem resposta
Ainda há dúvidas sobre como o passaporte foi parar no apartamento em Portugal. Após ser enviado ao Brasil, a expectativa é que o documento seja destruído, conforme procedimentos do Itamaraty.
O caso Eliza Samudio ainda é marcado por mistérios. As autoridades consulares esperam enviar o passaporte ao Brasil em breve, encerrando sua trajetória.



