Na última segunda-feira (5), a Agência Nacional da Vigilância Sanitária anunciou o recolhimento de um chá de camomila. A ação atingiu um lote específico do produto, que não pode mais ser comercializado, distribuído ou consumido.
E ainda tem mais: o ensaio de pesquisa de matérias estranhas encontrou 14 larvas inteiras e 224 fragmentos de insetos em 25g do chá, sendo que o limite aceitável é de 90 fragmentos nessa quantidade de produto. Essas descobertas evidenciaram falhas graves no processo de boas práticas desse lote.
O chá proibido foi o Lavi Tea, da marca Água da Serra, e o lote 6802956. A própria empresa informou que estava recolhendo esse lote do chá de camomila depois que identificou irregularidades no produto. De acordo com um comunicado da Anvisa, um “ensaio de Identificação de elementos histológicos (células, tecidos e matriz extracelular) apontou a presença de talos, ramos e sementes que não são comuns no chá.”
Segundo a Água da Serra, o recolhimento do lote começou de forma voluntária ainda em outubro do ano passado. De acordo com a empresa, a medida seguir normas regulatórias vigentes “rigorosamente” para proteger o consumidor. A marca também afirmou que a produção do chá é feita por um parceiro terceirizado, que foi convocado para uma apuração técnica detalhada dos fatos para adotar medidas corretivas cabíveis, segundo o portal Hora Hiper.
Anvisa também proibiu molho de tomate com pedaços de vidro
Na última quinta (7), a Agência suspendeu a comercialização, distribuição, importação, divulgação e consumo do lote LM283 do molho de tomate Mastromauro Granoro. A suspensão veio depois de um alerta da rede RASFF (Rapid Alert System for Food and Feed – Sistema de Alerta Rápido para Alimentos e Rações), da União Europeia, de que o lote do produto tinha pedaços de vidro.




