O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) fechou 2025 com uma alta acumulada de 3,9%, conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este índice determina o reajuste das aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que superam um salário mínimo.
O novo índice representa um ajuste menor em comparação ao ano anterior, 2024, quando o índice estava em 4,77%.
A diferença no índice resultará em uma atualização menor para milhões de brasileiros que recebem aposentadorias. A inflação oficial, medida pelo IPCA, encerrou o ano em 4,26%. Isto implica em uma perda real de poder de compra para aqueles beneficiários que recebem acima do piso previdenciário.
Reajuste INSS fica abaixo da inflação
A fixação do INPC em 3,9% impacta negativamente os aposentados com ganhos superiores ao salário mínimo. Embora o teto da Previdência passe de R$ 8.157,41 para R$ 8.474,55 em 2026, a correção não acompanha a inflação oficial. Essa realidade pressiona financeiramente os beneficiários da Previdência, afetando significativamente o orçamento dessas famílias.
O impacto do INPC varia regionalmente. Em 2025, as maiores oscilações foram observadas em Vitória, com um aumento de 4,82%. Já Campo Grande registrou a menor variação, com 2,78%. Os produtos alimentícios subiram 2,63% e os não alimentícios aumentaram 4,32% ao longo do ano, refletindo um padrão mais estabilizado em comparação a 2024.
Proximidade dos pagamentos
Os pagamentos referentes aos novos valores começam em 26 de janeiro e estendem-se até 6 de fevereiro. Para os beneficiários que recebem acima do salário mínimo, o reajuste começa a valer a partir de 2 de fevereiro.
Os aposentados podem consultar os novos valores no portal Meu INSS ou pelo aplicativo correspondente, adaptando-se aos novos parâmetros e às especificações conforme o INPC e o teto previdenciário.




