Condenado por estupro, o ex-jogador de futebol Robinho não aproveitou as “saidinhas” de fim de ano. O jogador passou o Natal e o Ano Novo pelo segundo ano consecutivo na prisão. Robson de Souza, 41 anos, foi preso em São Paulo, no ano passado, depois que o Superior Tribunal de Justiça (STF) decidir que ele tinha que cumprir no Brasil a sentença a qual foi condenado pela Justiça italiana, em 2022.
Inicialmente, ele cumpria sua pena na P2 de Tremembé (SP), o “presídio dos famosos”, mas foi transferido para o Centro de Ressocialização de Limeira, também em SP. De acordo com uma apuração do g1, ele obteve uma autorização judicial para visitar o pai – mesmo em regime fechado -, autorização que não teve a sua motivação divulgada.
Robinho deve passar pelo menos mais um ano em regime fechado antes de conseguir progredir para o semiaberto, que permite que o presidiário estude e trabalhe durante o dia, passando apenas a noite na cadeia. Esse regime também permite a saída temporária no fim do ano, caso o detento tenha um bom comportamento.
A defesa de Robinho entrou com um pedido de habeas corpus ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar retirar o caráter hediondo da pena do ex-jogador. Caso esse pedido seja aceito, ele pode progredir para o semiaberto. A Procuradoria-Geral da República se manifestou contra o pedido, mas é o ministro Luiz Fux que decide acolher ou não.
Robinho foi condenado por participação em estupro coletivo
O ex-atleta foi condenado pela Justiça italiana por estupro coletivo cometido em 2013, em uma boate em Milão. Inicialmente, a Itália queria que Robinho cumprisse a pena no país, mas o Brasil não extradita seus cidadãos, então ele está cumprindo sua sentença em solo brasileiro desde o ano passado.




