A população brasileira está lidando com o fechamento temporário das agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que ocorrerá nos dias 28, 29 e 30 de janeiro. Essa medida é parte de um esforço para atualizar os sistemas do instituto, visando maior eficiência no atendimento ao público. Tanto as agências físicas quanto os serviços digitais como o aplicativo Meu INSS e a Central 135 estarão indisponíveis durante esse período.
A modernização dos sistemas, porém, promete trazer benefícios significativos após sua conclusão, com expectativa de melhora na eficiência e segurança dos serviços prestados pelo INSS.
Ao longo desses três dias, os atendimentos presenciais agendados serão cancelados ou reaquecidos. Para reduzir impactos, o INSS planeja realizar atendimentos extras em datas futuras, ainda a serem confirmadas. Enquanto isso, a pressão sobre os servidores aumenta, principalmente devido à possibilidade de compensação de horas nos fins de semana, o que gerou incômodo e questionamentos sobre a legalidade dessa prática.
Reação dos servidores
Os servidores, por meio de seus sindicatos, têm demonstrado insatisfação com as exigências de trabalho fora do expediente normal. Eles alegam que não são responsáveis pelas falhas que levaram à necessidade de paralisação dos sistemas do INSS.
Representantes sindicais articulam medidas contra essas exigências, que consideram inaceitáveis, e estão prontos para buscar vias legais, caso gestores insistam em pressões indevidas. A polêmica segue sem uma solução.
A Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps) enfatiza que qualquer pressão por trabalho aos fins de semana viola o Regime Jurídico Único e a legislação vigente.
A Fenasps defende que interrupções no sistema sejam descontadas das metas e jornadas, sem transferência de ônus para os servidores.




