A China intensificou suas operações de extração de lítio na Argentina, país ao sul do Brasil, destacando-se no projeto Caucharí-Olaroz, localizado na província de Jujuy. Essa iniciativa, uma colaboração internacional que envolve investidores chineses, canadenses e argentinos, visa aumentar a produção de lítio para 85.000 toneladas métricas anuais até 2029.
O lítio, essencial para baterias em veículos elétricos e tecnologias renováveis, posiciona a Argentina como um ator estratégico no mercado global. Com o setor buscando recursos como o “ouro branco”, apelido do lítio, a parceria entre os países é destacada por seu potencial econômico e fortalecimento de relações internacionais.
Crescimento estratégico
A crescente demanda mundial por lítio exige uma estratégia robusta e parcerias sólidas. O investimento de quase 1 bilhão de dólares para a construção de uma planta de carbonato de lítio na Argentina reflete o compromisso com a expansão industrial e a alta qualidade do produto.
O país exporta a maior parte de sua produção para a China, destacando-se no “Triângulo do Lítio”, região que inclui Argentina, Bolívia e Chile. A colaboração com a China indica não apenas benefícios econômicos, mas também um fortalecimento significativo das relações internacionais.
Mercado global
Espera-se que o projeto Caucharí-Olaroz atinja seu máximo potencial produtivo em 2029, consolidando a Argentina como uma peça-chave na transição energética global. A busca por tecnologias de extração e beneficiamento sustentáveis é vital para o futuro do mercado de lítio.
A inovação tecnológica continuará sendo essencial, assim como políticas que assegurem a sustentabilidade e reduzam os impactos ambientais.




