Um diretor de cinema brasileiro é dono de um dos patrimônios mais impressionantes quando falamos de cineastas, não apenas do país, mas também do mundo inteiro, superando nomes como Quentin Tarantino (Django Livre), Martin Scorsese (Os Bons Companheiros) e Alfred Hitchcock (Um Corpo que Cai) SOMADOS. O ricaço em questão é Walter Salles, de clássicos nacionais como Central do Brasil (1998) e o recente Ainda Estou Aqui (2024).

De acordo com uma matéria do ano passado do Poder360, Salles era um dos homens mais ricos do país, com uma fortuna estimada em US$ 4,5 bilhões, cerca de R$ 23 bilhões na cotação atual – e olha que isso foi considerando que ele perdeu cerca de US$ 800 milhões entre 2024 e 2025.
Em comparação, Tarantino, Scorsese e o falecido Hitchcock, juntos, contam com um patrimônio combinado de cerca de US$ 520 milhões, aproximadamente R$ 2,7 bilhões. Segundo o site Tangerina, os únicos diretores com um patrimônio maior do que o de Salles são Steven Spielberg (A Lista de Schindler), com US$ 7,1 bilhões, e George Lucas (Star Wars), com US$ 5,3 bilhões.
De onde vem a fortuna do diretor Walter Salles?
Mas vale avisar que a fortuna de Salles não vem do seu trabalho como diretor. O cineasta de 69 anos faz parte de uma das famílias mais tradicionais do país, filho de Walther Moreira Salles, fundador do Unibanco, que se fundiu em 2008 com o Banco Itaú. Salles também tem participações na Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), a maior fornecedora do mineral nióbio do mundo inteiro.
Os três irmãos de Salles também são bilionários e estão na lista das maiores fortunas aqui do Brasil.




