O Feng Shui é uma prática milenar chinesa que propõe que você use a organização dos seus ambientes para otimizar o fluxo de energia da casa. Como janeiro é um mês que representa um novo ciclo para muitas pessoas, que tal aderir à prática para começar o ano de 2026 atraindo boas energias para a sua vida?
Segundo o site argentino La Nacion, o Feng Shui acredita que a ordem do espaço físico influencia o fluxo de energia vital – a chamada “chi” – e que a presença de objetos que possam bloquear esse fluxo vai impactar diretamente o bem-estar dos moradores. E nem é só o Feng Shui que acredita nisso não. Existem muitos estudos que apontam que a organização do ambiente influencia e muito o seu estado de espírito, podendo piorar ou melhorar ansiedade, estresse e até capacidade de concentração.
Feng Shui: o que você deve tirar da sua casa?
Como já explicamos, um dos pontos principais do Feng Shui é o fluxo do chi. Então, uma premissa básica da prática é que uma casa sobrecarregada de objetos desnecessários ou estragados não permite que a energia flua livremente.
Um dos primeiros tipos de objetos a saírem da sua casa devem ser os quebrados. Eletrodomésticos que não funcionam, móveis que estão se deteriorando. Esse tipo de objeto representa “energia parada”, e mantê-lo por perto reforça uma sensação de estagnação. O ideal é fazer uma grande faxina no que não te serve mais. Roupas que você nunca tira do armário, papéis que se acumulam no fundo da gaveta, alimentos vencidos na cozinha, coisas que apenas ocupam espaço e atravancam a energia do seu ambiente.
Plantas secas ou artificiais também devem passar pelo pente fino. Elas representam energia morta, então a recomendação do Feng Shui é substitui-las por opções naturais em bom estado ou simplesmente tirá-las da sua casa. Por fim, no quarto, a prática aconselha evitar objetos de trabalho ou tecnológicos e itens embaixo da cama, já que eles podem interferir no descanso do corpo e da mente.
“No Feng Shui, o ato de desapegar não se limita ao material. Cada objeto que vai embora representa uma decisão consciente de mudança”, resume o La Nacion.




