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Mulher de 29 anos trabalha 14 dias seguidos em um dos empregos mais perigosos do mundo e recebe R$ 55 mil por mês

Por Pedro Silvini
25/01/2026
Em Geral
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petróleo mulher

(Reprodução/Instagram)

Trabalhar duas semanas seguidas, isolada em alto-mar, em turnos alternados de dia e noite, não é para qualquer um. Aos 29 anos, a norueguesa Amalie Lundstad encara essa rotina em uma plataforma petrolífera no Mar do Norte e, em troca, recebe um salário mensal superior a R$ 55 mil, além de longos períodos de descanso ao longo do ano.

A trajetória de Amalie está longe de ser convencional. Antes de se tornar engenheira de processos, ela passou pelo serviço militar, onde atuou como bombeira — experiência que ajudou a moldar o preparo físico e psicológico exigido pela indústria do petróleo.

Hoje, já consolidada na área, sua rotina começa em terra firme. Ela sai de Oslo rumo a Bergen e, de lá, embarca em um helicóptero que a leva até a plataforma, localizada no meio do Mar do Norte, onde passa 14 dias consecutivos de trabalho.

Durante o período embarcado, Amalie trabalha em turnos que se alternam entre o dia e a noite. “Trabalho duas semanas seguidas, de dia ou de noite, e os turnos mudam sempre. Nenhum dia é igual ao outro”, contou ao jornal El Economista.

Cada ciclo de trabalho começa pontualmente às 17h45. A exigência de atenção constante, aliada ao isolamento e ao risco inerente da atividade, faz com que muitos profissionais desistam da função ao longo do tempo.

Um dos trabalhos mais perigosos do mundo

A indústria do petróleo offshore é considerada uma das mais perigosas do planeta. Os riscos envolvem explosões, incêndios, vazamentos e condições climáticas extremas, além do impacto psicológico do confinamento prolongado.

navio lula petroleo
(Reprodução/SBM)

Em compensação, o regime de trabalho garante longos períodos de folga. Ao fim de cada ciclo de 14 dias embarcada, Amalie tem duas semanas inteiras de descanso, o que resulta em mais de 250 dias livres por ano.

Regime especial de trabalho

Atividades ligadas à exploração e produção de petróleo seguem regras específicas justamente por suas características extremas. No Brasil, por exemplo, esse tipo de trabalho é regulamentado pela Lei nº 5.811, de 1972, que instituiu jornadas, descansos e remuneração diferenciados para empregados do setor.

A legislação prevê regimes de revezamento em turnos de oito ou doze horas e não se submete às regras tradicionais da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), reconhecendo que operações em alto-mar ou em locais remotos exigem atenção contínua e organização especial do trabalho.

Pedro Silvini

Pedro Silvini

Jornalista em formação pela Universidade de Taubaté (UNITAU), colunista de conteúdo social e opinativo. Apaixonado por cinema, música, literatura e cultura regional.

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