Nesta segunda-feira, dia 26 de janeiro, o Banco do Nordeste suspendeu temporariamente o serviço de Pix. A medida, que ocorreu após um ataque cibernético, surpreendeu clientes em toda a região Nordeste do Brasil. Apesar do ocorrido, o banco informou que não houve comprometimento dos recursos nem vazamento de dados pessoais dos clientes.
As transações suspeitas foram realizadas em uma “conta bolsão” de um prestador de serviços do banco. Tais contas são usadas por fintechs menores, minimizando o risco direto aos clientes do Banco do Nordeste.
Assim que o ataque foi detectado, a instituição ativou imediatamente seus protocolos de segurança e passou a colaborar com o Banco Central do Brasil para investigar e mitigar os danos.
O Banco do Nordeste reforçou seu compromisso com a segurança da informação. As equipes técnicas estão focadas em restaurar as operações de Pix de forma segura. A colaboração com o Banco Central é fundamental para supervisionar e garantir que as medidas necessárias sejam tomadas.
Impacto nas fintechs
As irregularidades identificadas ocorreram em contas bolsões, amplamente utilizadas por fintechs de pequeno porte. Essas contas não têm acesso direto ao Sistema Brasileiro de Pagamentos, proporcionando uma camada adicional de proteção às contas tradicionais.
O incidente destaca a importância da segurança nas integrações entre fintechs e bancos maiores. Há uma necessidade crescente de revisões contínuas de segurança e atualizações nos protocolos usados por entidades financeiras para evitar incidentes futuros semelhantes.
O Banco do Nordeste reafirma seu compromisso com a segurança e a transparência. A expectativa é que a normalização do serviço de Pix ocorra em breve, após a implementação das medidas corretivas. O banco segue em colaboração com autoridades para resolver definitivamente a questão.




