A possibilidade de o INSS antecipar novamente o pagamento do 13º salário em 2026 tem gerado expectativa entre aposentados e pensionistas. Caso o governo federal mantenha o padrão adotado nos últimos anos e libere a primeira parcela em abril, o depósito poderá funcionar como um “presente de Páscoa” para milhões de beneficiários — embora a data comemorativa costume ocorrer no início do mês, e os pagamentos tendam a ser realizados mais para o fim de abril.
Até o momento, não há confirmação oficial sobre a antecipação neste ano. Ainda assim, o histórico recente reforça a expectativa de que o modelo seja mantido.
A antecipação do 13º salário do INSS começou em 2020, durante a pandemia de Covid-19, como medida para estimular a economia e aliviar o orçamento das famílias. Desde então, o governo federal tem repetido a estratégia, transferindo os valores do segundo semestre para o primeiro.
Cerca de 34 milhões de beneficiários recebem o abono anual. A medida não representa aumento de gastos públicos, já que o pagamento do 13º está previsto no orçamento. O que muda é apenas o calendário de liberação.
Nos últimos anos, a dinâmica seguiu o mesmo padrão:
- Primeira parcela em abril
- Segunda parcela em maio
Se confirmada em 2026, a primeira metade do benefício — equivalente a 50% do valor mensal e sem descontos — deverá ser paga integralmente. Já a segunda parcela pode sofrer deduções legais, como o Imposto de Renda, quando aplicável.
Quem tem direito ao abono?
O 13º salário do INSS é garantido a:
- Aposentados de todas as modalidades
- Pensionistas
- Beneficiários de auxílio-doença
- Beneficiários de auxílio-acidente
- Beneficiários de auxílio-reclusão
O Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS), por ter caráter assistencial, não dá direito ao pagamento do 13º.
O calendário costuma ser organizado conforme o número final do cartão do benefício, garantindo depósitos escalonados.




