O jejum é uma técnica que vem ganhando popularidade na internet e talvez você já tenha visto alguma postagem sobre os benefícios da prática para combater a reprodução do câncer no organismo. Acredite se quiser, essa relação realmente existe e existem estudos analisando esse benefício (apesar das evidências ainda serem insuficientes para os cientistas “baterem o martelo” sobre o tema).
Ps: o jejum intermitente precisa de, no mínimo, 12 horas e, no máximo 24 horas. Em alguns casos, ele pode ser mantido por até 72h, mas é essencial buscar um atendimento médico para isso.
O site Programa Mais Saúde aponta que a teoria por trás dessa relação entre o jejum e o câncer parte do princípio que as células cancerígenas teria dificuldade de se multiplicar pelo organismo quando faltam nutrientes. Enquanto as células saudáveis conseguem tirar combustível das células de gordura para se multiplicarem, as cancerígenas vão “morrer de fome”.
Segundo o site, alguns estudos iniciais trouxeram resultados promissores. Estudos feitos em ratos mostraram que a restrição de calorias com o jejum intermitente pode ajudar na eficiência de tratamentos de câncer.
Outra pesquisa, usando células cancerígenas humanas cultivadas em laboratório descobriu que o jejum de curto prazo deixava essas células mais “sensíveis”, segundo o Mais Saúde. Por fim, em 2018, um estudo com pacientes com câncer de ovário ou mama ficaram em jejum 36 horas antes e 24 horas depois de uma sessão de quimioterapia, o que resultou em menos fadiga e mais qualidade de vida depois do procedimento médico.
Apesar dos benefícios, o jejum não é indicado para todos:
Grávidas, lactantes (pessoas que estão amamentando), crianças, pessoas com diabetes e idosos sofrendo de sarcopenia (perda de massa muscular) não devem realizar a prática.




