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Fila Nacional do INSS: órgão muda regras para aceitar pedidos de aposentadoria de idosos

Por Pedro Silvini
27/02/2026
Em Geral
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INSS

(Reprodução/Agência Brasil)

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mudou, desde janeiro de 2026, a forma de análise dos pedidos de aposentadoria e auxílios em todo o país. Com a implementação da chamada Fila Nacional, os processos deixaram de ser examinados por região e passaram a integrar um fluxo único, permitindo que servidores de qualquer estado avaliem requerimentos conforme a demanda.

A medida foi oficializada por meio da Portaria PRES/INSS nº 1.919, publicada no Diário Oficial da União, e tem como principal objetivo reduzir o tempo de espera dos segurados, especialmente idosos que aguardam a concessão de aposentadorias e benefícios assistenciais.

Antes da mudança, cada gerência regional do INSS era responsável por analisar os pedidos protocolados em sua área de atuação. Agora, com a nacionalização da fila dentro do Programa de Gerenciamento de Benefícios (PGB), os processos são distribuídos automaticamente entre mais de 2,3 mil servidores em todo o país.

Segundo o INSS, em apenas duas semanas após a adoção do novo modelo mais de 105 mil tarefas foram “puxadas” para análise. Desse total, 48.574 já foram concluídas, o que representa benefícios finalizados em curto período.

De acordo com o órgão, a mudança permite que servidores de regiões com menor volume de demandas atuem em processos acumulados em estados com maior tempo de espera, equilibrando a carga de trabalho.

Prioridade para idosos e benefícios mais demandados

A nova estratégia também estabelece prioridade para quem aguarda há mais tempo uma resposta do Instituto. Benefícios com maior volume de pedidos, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e os benefícios por incapacidade, que juntos representam cerca de 80% da demanda, estão no foco da força-tarefa.

“O objetivo é atacar a fila de verdade”, afirmou o presidente do INSS, Gilberto Waller, ao destacar que a nacionalização permite direcionar mais servidores aos casos com maior demora.

Como funciona o novo modelo

O Programa de Gerenciamento de Benefícios (PGB) utiliza critérios técnicos para distribuir automaticamente os processos entre os analistas disponíveis na malha nacional. Com isso, um pedido feito em um estado pode ser analisado por um servidor localizado em outra unidade da federação.

A expectativa do INSS é que o modelo amplie a capacidade de atendimento, promova mais equilíbrio na análise e reduza significativamente o estoque de pedidos pendentes.

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Pedro Silvini

Pedro Silvini

Jornalista com formação em Mídias Sociais Digitais, colunista de conteúdo social e opinativo. Apaixonado por cinema, música, literatura e cultura regional.

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