Na última segunda-feira (9), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a guerra contra o Irã estava “praticamente concluída”. No dia 28 de fevereiro, o republicano tinha afirmado que o conflito podia durar até cinco semanas. Como a repórter Weija Jiang apontou, o novo prazo estava “muito à frente” do prazo que ele tinha estimado anteriormente. Nesta segunda, a guerra contra o Irã completou dez dias.
As declarações foram feitas em entrevista para a emissora CBS News. “Acho que a guerra está praticamente concluída. Eles não têm Marinha, não têm comunicações, não têm Força Aérea”, afirmou o presidente estadunidense. “Os mísseis estão dispersos. Os drones estão sendo destruídos por toda parte, inclusive as fábricas de drones. Se você olhar, não sobrou nada. Não restou nada do ponto de vista militar”, acrescentou.
Trump disse que novo líder do Irã é “inaceitável”
Trump também foi questionado sobre Mojtaba Khamenei, que foi nomeado como o novo líder supremo do Irã depois da morte do seu pai, Ali Khamenei, que morreu em bombardeio dos EUA e de Israel contra o seu país. Em entrevista ao jornal New York Post, Trump afirmou que “não estava feliz” com a escolha. À ABC News, ele afirmou que o novo líder não iria “durar muito” sem obter a “aprovação” dos EUA.
“O filho de Khamenei é inaceitável para mim. Queremos alguém que traga harmonia e paz ao Irã. Eles estão perdendo tempo. O filho de Khamenei é um peso morto”, declarou o republicano, segundo o g1.
Em resposta, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, fez a seguinte declaração. “Não permitimos que ninguém interfira em nossos assuntos internos. É responsabilidade do povo iraniano escolher seu novo líder. Trump deveria pedir desculpas ao povo da região e ao povo iraniano pelos assassinatos e pela destruição que provocaram”.




