Com a implementação da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), o tradicional CPF em formato de cartão plástico tem se tornado cada vez mais raro no Brasil. A mudança faz parte de uma estratégia do governo federal para unificar a identificação dos cidadãos, utilizando o CPF como número único em documentos oficiais.
A nova identidade substitui gradualmente o antigo RG, que permitia a emissão de diferentes números em cada estado. Com a CIN, essa fragmentação deixa de existir, centralizando as informações em um único registro válido em todo o território nacional.
Além da unificação, a CIN incorpora recursos tecnológicos que aumentam a segurança, como QR Code para validação de autenticidade e padrões internacionais que dificultam fraudes e falsificações.
A proposta também simplifica o acesso a serviços públicos. Órgãos governamentais não poderão mais exigir múltiplos números de identificação para cadastros, já que o CPF passa a ser suficiente. Outros documentos podem ser solicitados, mas sua ausência não poderá impedir o atendimento.
O número do CPF passa a constar em diversos registros oficiais, como certidões de nascimento, casamento e óbito, título de eleitor, carteira de trabalho, CNH e documentos profissionais, entre outros.
Emissão gratuita e acesso digital
A primeira via da nova Carteira de Identidade Nacional é gratuita em todo o país. Já a segunda via pode ter custos variáveis, dependendo do estado, com isenção prevista em casos específicos, como para pessoas de baixa renda, idosos e vítimas de furto ou desastres.
O documento pode ser solicitado nos institutos de identificação estaduais e também possui versão digital, disponível no aplicativo GOV.BR após a emissão da versão física.
A expectativa do governo é que a nova identidade modernize o sistema de identificação no Brasil, reduza a burocracia e amplie a segurança no acesso a serviços públicos e privados.




