Brasileiros que pretendem viajar para o Reino Unido em 2026 precisarão apresentar, além do passaporte válido, uma autorização eletrônica obrigatória chamada ETA (Electronic Travel Authorization). A medida, que já está em vigor, altera as regras de entrada para turistas e exige planejamento antecipado antes mesmo da chegada ao aeroporto.
Apesar da nova exigência, o visto tradicional continua dispensado para estadias de até seis meses em destinos como Londres, desde que o viajante cumpra todos os requisitos estabelecidos pelas autoridades britânicas.
O ETA funciona como uma permissão digital de entrada e deve ser solicitado previamente por brasileiros que viajam a turismo, negócios ou cursos de curta duração. O documento é emitido de forma online, por meio de site oficial ou aplicativo do governo britânico, e tem custo médio de cerca de £10 a £16.
Sem essa autorização, o embarque pode ser impedido ainda no Brasil. A exigência vale para todo o território britânico, incluindo Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte.
Passaporte continua obrigatório, mas com regras específicas
O passaporte brasileiro segue como documento essencial para a viagem. Diferentemente de países do Espaço Schengen, o Reino Unido exige apenas que o documento esteja válido durante todo o período da estadia.
Ainda assim, especialistas recomendam verificar as regras da companhia aérea, já que algumas podem adotar critérios mais rigorosos, como validade mínima adicional.
A emissão do passaporte no Brasil é feita pela Polícia Federal, com custo atual de R$ 257,25.
Custos e planejamento influenciam a viagem
Além da documentação, o planejamento financeiro é considerado essencial para quem pretende visitar o país. Passagens aéreas podem variar entre R$ 4.800 e R$ 6.100, dependendo da cidade de origem e da antecedência da compra.
Outros custos incluem seguro viagem, recomendado para evitar despesas médicas, e hospedagem, que tende a ser elevada, especialmente na capital britânica.
Atualmente, o Reino Unido não exige vacinas obrigatórias para entrada de turistas. No entanto, autoridades recomendam que o viajante leve o comprovante de vacinação atualizado, especialmente contra febre amarela, como medida preventiva.




