O governo brasileiro lança, em 2026, o programa Desenrola 2.0. Essa iniciativa busca renegociar dívidas pessoais, utilizando até 20% do saldo do FGTS. Estima-se que o programa impacte financeiramente o FGTS em cerca de R$ 4,5 bilhões, enquanto uma trava limita saques em R$ 8 bilhões.
Voltado a trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos, o programa visa aliviar o endividamento de milhões no país, auxiliando na quitação de débitos.
A proposta do Desenrola 2.0 é nacional. Permitirá que trabalhadores utilizem parte do seu FGTS para liquidar dívidas com descontos de até 90%. A Caixa Econômica Federal atuará como facilitadora, transferindo automaticamente os fundos aos credores.
O programa almeja não só quitar dívidas, mas também aquecer a economia do país ao liberar o poder de consumo das famílias.
Como funcionará o Desenrola 2.0
O Desenrola 2.0 atenderá trabalhadores com renda de até cinco salários mínimos. A partir do FGTS, é possível negociar débitos com instituições financeiras em processo automatizado.
O percentual utilizado do FGTS varia, mas deve respeitar a trava de R$ 8 bilhões.
Renegociar dívidas é realizado com descontos significativos, entre 40% e 90%, dependendo das condições específicas. Essa redução alivia famílias e melhora, potencialmente, sua situação financeira a longo prazo.
Impacto econômico do programa
Com previsão de movimentar R$ 4,5 bilhões do FGTS, o programa alivia financeiramente trabalhadores endividados. Ao se quitar dívidas, espera-se que os consumidores tenham maior capacidade de consumo, impulsionando, assim, a economia.
O impacto não se limita ao alívio imediato. Subir o poder de compra das famílias deve gerar crescimento econômico mais substancial.




