A próxima geração de iPhones pode chegar ao mercado com preços ainda mais altos e causar reação negativa entre consumidores brasileiros. De acordo com rumores do setor, o aguardado iPhone dobrável, possivelmente chamado de iPhone Fold, deve ultrapassar os US$ 2.000 nos Estados Unidos e pode passar dos R$ 15 mil no Brasil, considerando impostos e margens de revenda.
A expectativa gira em torno da linha iPhone 18, que deve ser apresentada em setembro de 2026, mantendo a tradição da Apple. No entanto, a empresa pode adotar, pela primeira vez, uma estratégia de lançamento em duas etapas: modelos premium ainda em 2026 e versões mais acessíveis apenas no início de 2027.
Segundo informações de bastidores, a primeira leva deve incluir o iPhone 18 Pro, o iPhone 18 Pro Max e o inédito iPhone Fold, este último com tela dobrável no estilo “livro”, semelhante a concorrentes como o Samsung Galaxy Z Fold 7.
Já os modelos mais básicos, como o iPhone 18 tradicional e o iPhone 18e, ficariam para março ou abril de 2027. A mudança pode impactar diretamente o comportamento de compra, especialmente de consumidores que aguardam versões mais baratas da nova geração.

Design e desempenho devem evoluir
Nos modelos Pro, a Apple deve manter o design atual com estrutura em titânio, mas com ajustes pontuais. Um dos destaques é a possível redução da chamada “Ilha Dinâmica”, com parte dos sensores do Face ID sendo posicionados sob a tela.
Além disso, toda a linha deve estrear o novo chip A20, produzido com tecnologia de 2 nanômetros, prometendo avanços em desempenho e eficiência energética. As versões Pro devem contar com uma variante mais potente, o A20 Pro.
Concorrência acirrada no mercado dobrável
O possível lançamento do iPhone Fold marca a entrada definitiva da Apple no segmento de smartphones dobráveis, hoje dominado por empresas como a Samsung e o Google Pixel Fold.
Apesar da concorrência já consolidada, a Apple deve apostar em tecnologia de tela mais avançada e forte apelo de marca para disputar espaço. O preço elevado, porém, pode ser um dos principais obstáculos, especialmente em mercados como o Brasil.
Com valores que podem ultrapassar R$ 15 mil, o novo dispositivo tende a se posicionar como um produto altamente premium, distante da realidade da maioria dos consumidores brasileiros. Ainda assim, a expectativa é de grande demanda inicial, impulsionada pela novidade do formato dobrável.


