Mix Conteúdos Digitais
  • Início
  • Últimas Notícias
  • Contato
  • PUBLICIDADE LEGAL
Mix Conteúdos Digitais
Sem resultados
Ver todos os resultados
Mix Conteúdos Digitais
Sem resultados
Ver todos os resultados

Cientistas da China e Singapura criam vacina que reduz os tumores cancerígenos em 7 vezes

Por Carolina Carvalho
15/05/2026
Em Geral
0
vacina

Imagem meramente ilustrativa. Foto de Mufid Majnun na Unsplash

Depois da vacina da Rússia contra o câncer, temos outro país que afirma ter criado um imunizante contra a doença. Mais precisamente, dois: China e Singapura (uma cidade-estado). De acordo com o site South China Morning Post, uma equipe conjunta dos dois países está usando nanotecnologia para criar uma vacina contra o câncer. Até então, não foram feitos testes em humanos, mas os testes em animais estariam rendendo “resultados promissores”.

Segundo o site, essa vacina ataca não apenas células cancerígenas normais, mas também células-tronco cancerígenas (CSCs). Essas células dentro de tumores têm propriedade de auto-renovação, sendo elas que impulsionam o crescimento e a metástase da doença, além de poderem ficar “dormentes”, muitas vezes passando imunes aos tratamentos.

“As quimioterapias direcionadas atuais e as terapias de anticorpos matam efetivamente células tumorais comuns com danos mínimos ao corpo. No entanto, eles têm dificuldades contra as CSCs. Mesmo que apenas 1 a 5% das CSCs permaneçam, elas podem causar recaída. Só erradicando completamente as CSCs podemos suprimir a recorrência e a metástase”, explica uma das líderes do estudo, Yang Yanlian, do Centro Nacional para Nanociência e Tecnologia, em entrevista ao China Daily.

A equipe responsável conta com pesquisadores da Universidade Nacional de Singapura, a NUS Medicine, e da Academia Chinesa de Ciências. Os resultados foram publicados no ano passado em artigo na revista científica Nature Nanotechnology.

Como funciona a vacina contra o câncer

A nanovacina conta três fatores-chave. Uma camada externa de partículas retiradas de células cancerígenas, que contêm antígenos de tipos específicos de câncer e antígenos que marcam as células da doença. O segundo fator é uma molécula na superfície que oferece uma chave que identifica e “destrava” receptores das células dendríticas.

“Por fim, a vacina utilizou pequenas moléculas de RNA interferente (siRNA) para desligar temporariamente a produção de proteases pelo lisossomo, permitindo uma exposição mais longa ao antígeno, o que desencadeou uma resposta mais forte das células T, disseram os pesquisadores”, explica o South China Morning Post.

Em testes com animais, o imunizante conseguiu reduzir o crescimento e proliferações de tumores até sete vezes mais do que os tratamentos já existentes.

TURISMO

Algo estranho surgiu na Amazônia e agora todo mundo está querendo visitar

Entre as muitas belezas naturais que chamam a atenção na Amazônia, uma delas são essas formações geológicas muito raras no …
Leia mais
X

Algo estranho surgiu na Amazônia e agora todo mundo está querendo visitar

Leia mais
Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
LogoCaro leitor,

O acesso ao conteúdo será liberado imediatamente após o anúncio.

Carolina Carvalho

Carolina Carvalho

Jornalista formada pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP).

Próximo post
celular

Instagram vai notificar pais quando adolescentes pesquisarem conteúdos inapropriados na rede social

Confira!

celular

Instagram vai notificar pais quando adolescentes pesquisarem conteúdos inapropriados na rede social

15/05/2026
vacina

Cientistas da China e Singapura criam vacina que reduz os tumores cancerígenos em 7 vezes

15/05/2026
Imagem ilustrativa: Freepik

Aprovado pela Anvisa, remédio que impede o avanço do Alzheimer chega ao Brasil no próximo mês

15/05/2026
  • Contato

Diário do Comércio | Mix

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Contato

Diário do Comércio | Mix