Na última sexta-feira (15), a Fifa (Federação Internacional de Futebol) anunciou que fechou um acordo de transmissão da Copa do Mundo 2026 com o China Media Group (CMG), que controla a emissora estatal chinesa. Como aponta a CNN, o acordo “encerra um impasse” sobre os direitos televisivos a menos de um mês do início do torneio mundial.
Mas o pacote do acordo não se limita apenas à Copa de 2026, incluindo também o mundial masculino de 2030 e as edições femininas de 2027 e 2031. A China conta a maior base de fãs de futebol no mundo, com cerca de 200 milhões de pessoas que acompanham o esporte.
De acordo com a emissora estatal chinesa CCTV, o CMG tem os direitos exclusivos de mídia e sublicenciamento na China para o ciclo das quatro edições da Copa, incluindo não apenas televisão aberta, mas canais pagos, plataformas online e móveis. Os valores não foram divulgados, mas, segundo o veículo estatal chinês The Paper, só os direitos de transmissão da Copa deste ano custaram cerca de US$ 60 milhões.
O anúncio teve uma enorme repercussão no país, chegando a ficar entre os assuntos mais comentados no Weibo (basicamente a versão chinesa do X), com mais de 27 milhões de visualizações em só 45 minutos.
China só participou de uma Copa do Mundo até hoje
Até hoje, a seleção masculina chinesa disputou apenas uma Copa, a de 2002, mas a equipe feminina já participou de oito edições, inclusive tendo ficado em segundo lugar na edição de 1999, após derrota nos pênaltis para os Estados Unidos.




