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Com avanço da IA, dona do Instagram vai mandar embora 8.000 funcionários

Por Pedro Silvini
20/05/2026
Em Geral
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Instagram

(Reprodução/Unsplash)

A Meta, controladora do Instagram, Facebook e WhatsApp, iniciou uma ampla reestruturação interna que pode resultar na demissão de cerca de 8 mil funcionários ao longo de 2026. O movimento ocorre em meio à estratégia da companhia de concentrar esforços em inteligência artificial, considerada pelo CEO Mark Zuckerberg como a tecnologia “mais importante da atual geração”.

Segundo relatos publicados pela imprensa internacional, a empresa começou a comunicar funcionários sobre cortes, remanejamentos obrigatórios e mudanças radicais nas funções exercidas dentro da companhia. Parte dos empregados foi transferida para novas equipes focadas em infraestrutura de nuvem para IA e no desenvolvimento de um agente interno de inteligência artificial chamado “Hatch”.

A Meta confirmou que mais de 7 mil trabalhadores deverão ser redistribuídos entre setores ligados à IA. Em alguns casos, as transferências deixaram de ser voluntárias e passaram a ser obrigatórias, repetindo um modelo já adotado anteriormente na criação da divisão chamada Applied AI.

Internamente, executivos afirmam que a companhia vive uma transformação acelerada. Em comunicado enviado a funcionários, a vice-presidência de engenharia de produção da Meta afirmou que “a infraestrutura, os produtos e o trabalho da empresa estão mudando profundamente por causa da aceleração da inteligência artificial”.

meta facebook
Foto: (Reprodução/Shutterstock)

Pressão interna cresce com monitoramento de funcionários

As mudanças vêm provocando forte desgaste entre trabalhadores da gigante de tecnologia. Funcionários relataram preocupação com a redução de benefícios, aumento da pressão corporativa e adoção de novas ferramentas de monitoramento interno.

Um dos principais pontos de tensão é o programa chamado Model Capability Initiative (MCI), ferramenta criada para registrar movimentos de mouse, cliques, textos copiados e padrões de uso dos computadores corporativos. Segundo a empresa, os dados seriam utilizados para treinar modelos de inteligência artificial capazes de reproduzir tarefas humanas.

A justificativa, porém, não convenceu parte dos empregados. Em escritórios da Meta nos Estados Unidos, funcionários espalharam cartazes e abaixo-assinados criticando o uso de dados internos para treinamento de IA. Mais de mil trabalhadores já aderiram a uma petição contra o sistema.

Em reuniões internas, executivos reconheceram o clima de insegurança. O diretor de tecnologia da empresa, Andrew Bosworth, admitiu que existe “um número enorme de funcionários ansiosos sobre o próprio futuro”.

Meta amplia aposta bilionária em IA

A ofensiva da Meta acontece apesar dos resultados financeiros recordes apresentados pela companhia no primeiro trimestre de 2026. Ainda assim, Zuckerberg decidiu ampliar drasticamente os investimentos em inteligência artificial.

A empresa anunciou que pretende gastar entre US$ 125 bilhões e US$ 145 bilhões neste ano, mais que o dobro do valor investido em 2025. Grande parte dos recursos será destinada à construção de infraestrutura para IA e ao desenvolvimento de sistemas considerados estratégicos para o futuro da companhia.

Zuckerberg vem defendendo publicamente a criação de uma “superinteligência”, capaz de atuar como assistente pessoal avançado para usuários das plataformas da empresa.

Enquanto isso, a Meta também altera sua estrutura de liderança. Diversos gerentes perderam equipes subordinadas e foram deslocados para funções mais operacionais, numa tentativa de reduzir camadas hierárquicas e aumentar produtividade com auxílio da IA.

Setor de tecnologia vive nova onda de demissões

O movimento da Meta acompanha uma tendência crescente no setor de tecnologia. Empresas como Microsoft, Cisco, Coinbase e Block também anunciaram recentemente cortes de funcionários ligados à reorganização provocada pela inteligência artificial.

Analistas apontam que a automação de tarefas e a rápida evolução dos sistemas de IA estão mudando a dinâmica do mercado de trabalho tecnológico. Em muitos casos, trabalhadores da própria indústria passaram a desenvolver ferramentas capazes de substituir parte das funções que exerciam.

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Pedro Silvini

Pedro Silvini

Jornalista com formação em Mídias Sociais Digitais, colunista de conteúdo social e opinativo. Apaixonado por cinema, música, literatura e cultura regional.

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