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Fenômeno espacial que não ocorre há 157 anos poderá ser visto novamente em 2027 por seis minutos

Por Alan da Silva
20/05/2026
Em Geral
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Imagem de Csaba Nagy por Pixabay

Imagem de Csaba Nagy por Pixabay

Em 2 de agosto de 2027, ocorrerá um raro eclipse solar total, considerado o mais prolongado em 157 anos. O fenômeno será visível em várias partes do mundo, incluindo partes da Europa, África e Ásia Ocidental.

Durante 6 minutos e 23 segundos, a Lua bloqueará completamente a luz do Sol em certas regiões, com destaque para sua visibilidade na Espanha e seu ápice no Egito. O evento é possível graças à proximidade da Lua com a Terra, chamada de perigeu, que potencializa a duração do eclipse. Um eclipse solar total com mais de 6 minutos e 20 segundos de duração visto a partir de terra firme não ocorria há 157 anos.

Ainda que a fase de totalidade do eclipse seja visível em países como o Egito, sua jornada iniciará no Oceano Atlântico e seguirá pelo Estreito de Gibraltar, cortando a península ibérica antes de seguir por países como Marrocos, Argélia e Tunísia.

Em algumas regiões, a distância entre Terra e Lua será menor, intensificando o espetáculo astronômico. Esses dados são confirmados por institutos de pesquisa como o Instituto Geográfico Nacional da Espanha.

Trajetória e visibilidade

O trajeto do eclipse começará sobre o Oceano Atlântico, passando por Gibraltar e terminando no Oceano Índico. Na Europa, a Espanha será o único país a visualizar a totalidade do evento, enquanto a zona de parcialidade se estenderá por quase todo o continente europeu, grande parte da África e parte do sudoeste asiático. Esse percurso gera grande expectativa entre astrônomos e entusiastas da astronomia.

Para garantir a segurança durante a observação, recomenda-se o uso de óculos específicos para eclipses ou visualizadores solares. A observação direta do Sol sem proteção pode causar sérios danos à visão, tornando essencial que os espectadores sigam diretrizes de segurança adequadas.

O fenômeno exige preparação cuidadosa de equipamentos como telescópios e câmeras, que devem possuir filtros solares especiais para captar imagens seguras do eclipse. O uso de proteção ocular é vital para evitar lesões como retinopatia solar, causada pela exposição direta aos raios solares.

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Alan da Silva

Alan da Silva

Jornalista e revisor.

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