A Justiça do Distrito Federal ordenou que a Meta suspenda um perfil fraudulento no WhatsApp em até 24 horas. O perfil usava indevidamente o nome e dados de uma advogada para aplicar o “golpe da falsa advogada”. A fraude enganou clientes por meio de transferências financeiras, levantando preocupações sobre a resposta lenta da plataforma após denúncias.
O golpe ocorreu em Brasília e consistia em um perfil falso que utilizava o nome, foto e identidade profissional de uma advogada. Os golpistas contatavam clientes pedindo transferências financeiras.
As tentativas de denúncia por parte da advogada foram frustradas pela demora na resposta da Meta, permitindo que as fraudes continuassem e causassem prejuízos financeiros significativos.
Uma cliente perdeu mais de R$ 40 mil em transferências via Pix, destacando o potencial do golpe para causar danos financeiros. A resposta tardia da Meta às denúncias foi um fator crucial, agravando os prejuízos e comprometendo a segurança dos usuários.
Justiça exige ação imediata da Meta
O juiz Cleber de Andrade Pinto, da 16ª Vara Cível de Brasília, determinou a suspensão imediata da conta fraudulenta. Ele enfatizou a urgência da ação para evitar danos adicionais tanto financeiros quanto à reputação da advogada envolvida.
O magistrado ordenou ainda que a Meta preserve registros e informações para evitar a recriação do perfil fraudulento.
Consequências do golpe
O impacto deste tipo de fraude vai além dos danos financeiros, afetando a confiança dos usuários na plataforma. Medidas como multas diárias estão previstas caso a Meta não cumpra o prazo judicial.
A Justiça do Distrito Federal reiterou a importância de medidas rápidas e eficientes contra fraudes online. Espera-se que a Meta responda dentro do prazo estabelecido.




