Brasil, China, Argentina, Índia, Rússia e Reino Unido são alguns dos nomes em uma lista de 60 países que podem receber novas taxas dos Estados Unidos. O motivo por trás dessas tarifas é que esses países teriam se omitido de tomar medidas contra o comércio de mercadorias provenientes de trabalho forçado.
De acordo com a CNN Brasil, essa lista de países vem de um documento do USTR (Representante Comercial dos Estados Unidos), divulgada na noite da última terça-feira (2). Segundo o embaixador estadunidense Jamieson Greer, esses países, que são parceiros comerciais dos Estados Unidos, teriam falhado em lidar com a importação de bens fabricados com trabalho forçado, o que seria “inaceitável”.
E o motivo pelo qual isso é inaceitável é que criaria uma “dinâmica em que os trabalhadores americanos são forçados a competir globalmente em condições desiguais”.
Em resposta ao problema, o USTR propõe que os Estados Unidos imponham tarifas adicionais sobre todos os produtos dessas economias investigadas.
Confira todos os países citados na lista do governo dos Estados Unidos:
- África do Sul
- Arábia Saudita
- Argélia
- Angola
- Argentina
- Austrália
- Bahamas
- Bahrein
- Bangladesh
- Brasil
- Camboja
- Catar
- Chile
- China
- Cingapura
- Colômbia
- Coréia do Sul
- Costa Rica
- Egito
- El Salvador
- Emirados Árabes Unidos
- Filipinas
- Guatemala
- Guiana
- Honduras
- Hong Kong
- Índia
- Iraque
- Israel
- Japão
- Jordânia
- Cazaquistão
- Kuwait
- Líbia
- Malásia
- Marrocos
- Nova Zelândia
- Nicarágua
- Nigéria
- Noruega
- Omã
- Peru
- Reino Unido
- República Dominicana
- Rússia
- Sri Lanka
- Suíça
- Taiwan
- Tailândia
- Trinidad e Tobago
- Turquia
- Uruguai
- Venezuela
- Vietnã
- Canadá
- Equador
- Indonésia
- México
- Paquistão
- União Europeia
No caso dos últimos seis países da lista, são economias que não conseguiram aplicar de forma efetiva uma proibição à importação de bens feitos com trabalho forçado.




