A Havan prepara mais uma etapa de crescimento no Brasil. O empresário Luciano Hang anunciou que a rede varejista pretende inaugurar sete novas lojas em 2026, elevando para 200 o número de unidades espalhadas pelo país. A estratégia segue focada na interiorização, priorizando cidades médias e polos regionais com potencial de consumo.
Atualmente, a empresa conta com 190 lojas, sendo a maior parte delas localizada fora das capitais. Segundo Hang, a aposta em municípios do interior permite atender regiões que ainda possuem carência de opções de compras e lazer.
Em publicação nas redes sociais, Luciano Hang afirmou que a Havan mantém uma estratégia consolidada de expansão para cidades médias, consideradas importantes polos de desenvolvimento econômico.
De acordo com o empresário, a escolha dos municípios leva em conta fatores como potencial regional, localização estratégica, fluxo de pessoas, especialmente em áreas próximas a rodovias, demanda da população e disponibilidade de grandes terrenos.
A infraestrutura local, a facilidade de acesso e os impactos econômicos que a instalação da unidade pode gerar também fazem parte dos critérios analisados pela empresa.

Novas lojas geram empregos e movimentam a economia
Cada unidade da Havan costuma gerar cerca de 200 empregos diretos, além de oportunidades indiretas relacionadas ao comércio e aos serviços locais.
Segundo Luciano Hang, a empresa busca investir em regiões onde seja possível contribuir para o desenvolvimento econômico, sem depender de benefícios especiais.
“Não buscamos privilégios, mas sim condições para investir com segurança e contribuir com o desenvolvimento local”, declarou.
Empresa apresentou melhora nas margens e forte geração de caixa
Nos últimos anos, a Havan também registrou melhora em seus indicadores financeiros. Entre 2023 e os primeiros nove meses de 2024, a companhia apresentou crescimento das margens, impulsionado pela redução dos custos dos produtos vendidos e pela queda das despesas administrativas e comerciais.
Relatório do Banco Safra destaca que a varejista historicamente opera com margens superiores às de outros concorrentes do setor, resultado atribuído ao amplo mix de produtos, ao modelo das megalojas e à atuação em regiões com menor nível de concorrência.
O documento também aponta forte geração de caixa livre nos primeiros nove meses de 2024, sustentada por uma geração operacional de R$ 1,8 bilhão e por investimentos reduzidos, que totalizaram cerca de R$ 100 milhões no período.




