A partir de 3 de agosto, o Brasil intensifica a proteção contra a poliomielite com uma nova estratégia de vacinação. O Ministério da Saúde incluiu uma segunda dose de reforço no calendário de vacinação para crianças de 4 anos.
Essa medida visa manter o status de país livre da poliomielite, conquistado desde que a doença foi erradicada em 1989. Persiste, no entanto, a importância de prevenir qualquer reintrodução do vírus, especialmente devido à sua presença em regiões como Afeganistão e Paquistão.
No novo esquema, a segunda dose de reforço segue as vacinas administradas aos 2, 4 e 6 meses de idade, além do primeiro reforço aos 15 meses. Esta atualização é uma resposta preventiva eficaz, considerando a situação global da poliomielite.
Exclusividade da vacina inativada
Desde 2024, o Brasil adota exclusivamente a vacina inativada contra a poliomielite no lugar da vacina oral. A escolha é respaldada por evidências que comprovam maior eficácia e segurança da vacina inativada.
Essa mudança aproxima o Brasil de outros países que já implementaram esquemas semelhantes.
Colaboração nacional e internacional
O avanço na estratégia envolve a cooperação de entidades nacionais e internacionais. A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) está entre os parceiros que apoiam a estratégia. O Brasil visa manter altas taxas de vacinação, essenciais para a saúde infantil e a prevenção de futuras ameaças.
A vigilância permanece essencial, uma vez que o risco de reintrodução do vírus ainda existe. Assegurar que todas as crianças completem o esquema vacinal é considerado crucial para garantir que a poliomielite não volte a ser uma preocupação no território brasileiro.




