O Rio de Janeiro inicia, no dia 16 de julho, uma operação rigorosa contra o comércio ambulante ilegal ao longo da orla entre o Leme e o Leblon. A prefeitura lidera a ação com uma abordagem de tolerância zero, visando combater a ocupação irregular e desordenada de áreas públicas. A medida é ininterrupta e tem como foco manter a organização em locais turísticos como Copacabana e Ipanema.
Atualmente, cerca de mil pontos de vendas ilegais estão ativos nessa região, tornando as ações de fiscalização essenciais para a segurança. Equipes de patrulhamento atuarão 24 horas por dia, com pontos de controle estabelecidos para monitorar o movimento de comerciantes ambulantes. A operação também busca desarticular depósitos clandestinos.
Medidas de fiscalização: como serão implementadas
A iniciativa envolve patrulhamento ostensivo e uma fiscalização rígida. A estratégia inclui a apreensão de mercadorias sem comprovação de origem.
Além disso, visaria coibir a atuação de facções criminosas que explorariam o comércio irregular através do aluguel de pontos e depósitos clandestinos.
Legalidade na orla
A prefeitura acredita que a desordem do comércio ilegal está associada à atividade do crime organizado. A operação buscaria separar as atividades legais das ilegais, garantindo mais segurança para turistas e moradores.
A operação enfrenta a complexidade de lidar com um grande volume de comerciantes ilegais, incluindo cerca de 20% que são estrangeiros. No entanto, a expectativa é que o reforço na fiscalização traga melhorias.
A operação no Rio de Janeiro avança para reestruturar a orla. O início da estratégia está agendado para 16 de julho de 2026, priorizando patrulhamento contínuo e ações de apreensão.




