Em 2026, o Subsidio de Arriendo de Vivienda no Chile busca apoiar famílias em necessidade de habitação. O Ministério de Vivienda e Urbanismo (Minvu) abriu inscrições de 7 de julho a 7 de agosto. Este subsídio oferece ajuda financeira mensal para aluguéis, exigindo que os aplicantes atendam critérios específicos.
Os candidatos devem comprovar uma economia mínima de 4 Unidades de Fomento (UF), cerca de 164.000 pesos chilenos (cerca de R$ 900), que precisa ser depositado em conta de poupança específica para habitação. Essas contas devem ser certificadas por instituições financeiras reconhecidas, como Banco Estado e Scotiabank, entre outras.
Requisitos para inscrição
Além de depositar o ahorro mínimo, é necessário ter ao menos 18 anos e uma cédula de identidade atualizada. O candidato também deve estar registrado no Registro Social de Hogares (RSH) e não exceder 70% no índice de classificação socioeconômica.
Para aqueles sem trabalho formal, a comprovação de renda pode ser feita com documentos fiscais dos últimos seis meses.
O critério de renda exige que a renda familiar mensal esteja entre 7 e 25 UF, com um acréscimo de 8 UF para cada pessoa a mais na família além de três membros. Dessa forma, uma família de quatro integrantes pode atingir até 33 UF, enquanto em cinco integrantes, o limite chega a 41 UF.
Benefícios e restrições
O subsídio total é de até 170 UF (cerca de R$ 41.661,69), distribuído em parcelas mensais com um máximo de 4,2 UF. Esse valor pode ser utilizado continuamente ou de forma intermitente, por até oito anos.
Exige-se que o valor máximo do aluguel não exceda 11 UF, embora haja exceções para regiões como Arica, Parinacota, e Antofagasta, onde o limite pode subir para 13 UF.
Além disso, famílias que incluem menores, idosos, ou pessoas com deficiência podem ter acesso prioritário ao benefício. Essa política visa promover a inclusão e melhorar a qualidade de vida dos grupos mais vulneráveis.



