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Cientistas pedem que humanos se preparem para fenômeno devastador em outubro, novembro e dezembro de 2026

Por Alan da Silva
26/07/2026
Em Geral
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Foto ilustrativa: Rebeca Pinheiro/Governo do Ceará

Foto ilustrativa: Rebeca Pinheiro/Governo do Ceará

Meteorologistas estão em alerta com o Super El Niño de 2026, projetado para ser um dos mais intensos já registrados desde 1950. Previsões indicam que ele atingirá seu auge entre outubro e dezembro deste ano, influenciando o clima em todo o Brasil.

O fenômeno ocorre devido ao aquecimento anômalo das águas do Oceano Pacífico, já elevando as temperaturas em até 2,7°C acima da média. Este cenário gera preocupação, especialmente para setores como agricultura e recursos hídricos.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) destacam uma probabilidade de 81% do evento alcançar intensidade extrema. O Brasil já está sentindo esses efeitos, com mudanças climáticas notáveis e impactos variados em diversas regiões.

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Região por região

No Sul do Brasil, o El Niño está associado ao aumento das chuvas, com riscos elevados de temporais, granizo e enchentes. Já no Norte e Nordeste, espera-se um clima mais seco e quente, com possibilidade de estiagens prolongadas que podem afetar a agricultura e aumentar a probabilidade de queimadas.

O fenômeno impactará o Centro-Oeste e o Sudeste, principalmente, com ondas de calor prolongadas, bloqueios atmosféricos que impedem a entrada de frentes frias e chuvas irregulares.

Essas mudanças são consequência direta do Super El Niño, que modificam padrões de circulação atmosférica, alterando as condições climáticas em todo o país. A situação exige atenção contínua das autoridades e a implementação de medidas emergenciais de prevenção de desastres.

Medidas e estratégias de mitigação

Diante dos desafios impostos, o governo e instituições brasileiras estão trabalhando ativamente para mitigar os impactos do Super El Niño.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), junto com outras entidades, publicou uma nota técnica destacando a necessidade de preparações adequadas, como o fortalecimento da infraestrutura para resistir a desastres naturais e campanhas de conscientização pública.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Alan da Silva

Alan da Silva

Jornalista e revisor.

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