Quando vamos arrumar uma mala, é muito comum colocarmos algum medicamento, mesmo que não façamos uso recorrente dele. Uma dipirona, um antialérgico… na maioria das viagens, isso é tão corriqueiro que nem precisamos pensar muito na hora de guardar o medicamento em um compartimento da bagagem. Mas se você estiver fazendo uma viagem internacional, é melhor parar para pensar no que está levando.
Regras para levar medicamentos na bagagem em viagem internacional
Em linhas gerais, a recomendação na hora de levar medicamentos em uma viagem internacional é sempre manter tudo na embalagem original, com a bula, levando apenas a quantidade compatível com o período, principalmente se for um medicamento de uso diário.
Na bagagem de mão, siga as normas internacionais para transporte de líquidos, que permitem frascos de até 100 ml, acondicionados em um saco transparente com capacidade máxima de um litro. Medicamentos de uso contínuo não estão sujeitos a essa regra, desde que estejam acompanhados de receita médica. Quando falamos de líquidos, inclui-se qualquer substância que não seja completamente sólida, como géis, cremes, xaropes, colírios, pomadas, etc.
No caso de remédios controlados e de uso restrito, lembre-se de levar a receita, que deve ser original e conter obrigatoriamente o nome completo do paciente, do medicamento, a dosagem e posologia, duração do tratamento e data, assinatura e carimbo do médico com CRM. Não é obrigatório para todos os destinos, mas é recomendado levar uma versão em inglês da receita, o que pode facilitar a comunicação com funcionários.
E se você está pensando em mandar os medicamentos na bagagem despachada ao invés da bagagem de mão, isso não é recomendado porque se a mala for extraviada ou perdido você ficaria sem acesso ao seu medicamento durante a viagem. Algumas companhias exigem a assinatura de um Termo de Responsabilidade no momento de check-in para despachar medicamentos.











