Desde a última segunda-feira (3), os postos de saúde de todo o país passaram a integrar a Campanha Nacional de Multivacinação. A mobilização, que se estende até o início de setembro, é direcionada a crianças e adolescentes com até 15 anos e tem como meta principal recompor as coberturas vacinais e colocar em dia os imunizantes previstos no calendário oficial.
O atendimento nos locais participantes inclui a análise criteriosa da situação de cada paciente, com aplicação das doses que estejam em atraso. O dia 22 de agosto foi instituído como o dia D de intensificação, quando muitos municípios devem ampliar o horário de funcionamento das unidades.
A orientação é que os responsáveis levem documento de identificação, o Cartão Nacional de Saúde, se houver, e a caderneta de vacinação. Quem não tiver o comprovante em mãos também pode comparecer, pois a equipe avalia a necessidade de imunização independentemente da apresentação do documento.
Vacinas ofertadas
As vacinas ofertadas abrangem um leque amplo de doenças: difteria, tétano, coqueluche, rotavírus, meningites, febre amarela, poliomielite, HPV, dengue, influenza, Covid-19 e a tríplice viral, que age contra sarampo, caxumba e rubéola.
Em São Paulo, o contexto epidemiológico acendeu um alerta. O estado já soma 16 diagnósticos positivos para sarampo, o que levou a administração estadual a deflagrar a campanha simultaneamente nas 645 cidades paulistas. Como reforço, as prefeituras da capital, Guarulhos e São Bernardo do Campo ampliaram a oferta da tríplice viral para todos os residentes na faixa etária de 6 meses a 59 anos, sem exigir comprovação de doses anteriores.












