Desde esta quinta-feira, o Brasil enfrenta uma onda de calor sem precedentes, colocando 17 estados e o Distrito Federal em alerta. Temperaturas superiores a 40°C atingem regiões como Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Minas Gerais e São Paulo.
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a situação crítica persiste até domingo devido a fatores climáticos que intensificam a secura do ar e elevam riscos de incêndios florestais com umidade entre 20% e 30%.
A combinação de calor intenso e baixa umidade impacta severamente a agricultura e aumenta a incidência de queimadas no Brasil central. Desde esta quinta-feira, estados das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste veem suas atividades ao ar livre comprometidas.
Autoridades locais, como secretarias de saúde estaduais, recomendam cuidado redobrado com a hidratação e evitar exercícios físicos nos horários mais quentes.
Agricultura em risco
Níveis alarmantes de seca prejudicam as colheitas em estados como Goiás e Mato Grosso, onde há aceleração na perda de umidade da vegetação. A situação desafia produtores no Triângulo Mineiro e no oeste paulista com custos operacionais crescentes.
No nordeste, Bahia e Maranhão sofrem com dificuldades adicionais em um cenário já árido. Autoridades orientam aumentar a hidratação e limitar atividades sob o forte calor.
Temperaturas extremas persistem
Cidades como Cuiabá, Goiânia e Palmas enfrentam recordes térmicos, com picos entre 42°C e 44°C até domingo. O ar permanece seco no Tocantins e no sul do Pará, com umidade caindo abaixo de 20%.
Na Bahia e Maranhão, a intensidade térmica é notável, mas o litoral recebe algum alívio devido à influência marítima.












