Em 2015, na época do lançamento da sua primeira filha, Max, Mark Zuckerberg fez um anúnicio que surpreendeu muita gente. Em carta dedicada à Max, Mark e sua esposa, Priscilla Chan, anunciaram que doariam 99% de suas ações do Facebook ao longo dos anos. Na época, essas ações valiam US$ 45 bilhões. O criador do Facebook e sua esposa escreveram que essas doações seriam para “criar um mundo melhor para a filha crescer”.
“É um mundo no qual essa geração pode desenvolver o potencial humano e promover igualdade, curando doenças, personalizando o aprendizado, aproveitando energias limpas, conectando pessoas, construindo comunidades fortes, reduzindo a pobreza, promovendo direitos iguais e espalhando compreensão pelas nações”, afirma trecho da carta.
O texto afirma que eles doarão 99% de suas ações do Facebook durante suas vidas para continuarem avançando nesta missão. Foi nesse ano que eles criaram a Iniciativa Chan Zuckerberg, com a promessa de ajudar a promover avanços em áreas como ciência, educação e saúde.
Instituição de Mark Zuckerberg mudou bastante de rumo nos últimos anos
De acordo com uma matéria do The New York Times, a iniciativa reduziu seu foco para a ciência com o passar dos anos. Em novembro do ano passado, ela anunciou sua primeira grande reestruturação para se tornar ainda mais voltada à pesquisa científica. A partir dessa reestruturação, a iniciativa voltou seus esforços para inteligência artificial e pesquisa, liderada por uma rede de centros de pesquisa chamada Biohub.
Segundo o The NY Times, a relação de Zuckerberg e Chan com a política mudou muito ao longo do tempo, com a organização se afastando de iniciativas de justiça social e engajamento político. Em abril do ano passado, uma escola para alunos de baixa renda fundada por Chan perdeu o financiamento e fechou as portas. Em maio, a iniciativa encerrou quase todas as doações a organizações de habitação.











