Em 2026, jovens na China estão desafiando o modelo de trabalho 996, tradicional no país há décadas. Conhecido por exigir jornadas de 12 horas diárias, seis dias por semana, esse padrão está sendo questionado.
Estimulados por uma nova mentalidade e circunstâncias econômicas favoráveis, esses jovens buscam equilibrar suas vidas pessoais e profissionais, rompendo com a antiga norma. A busca por carreiras que ofereçam um equilíbrio entre vida e trabalho está se tornando uma tendência.
Desvanecer do modelo 996
O modelo 996 já foi um símbolo de crescimento e produtividade na China, mas começa a perder força entre as novas gerações. Esses jovens, frequentemente apoiados financeiramente por suas famílias, têm a opção de escolher carreiras mais flexíveis.
Essa estabilidade econômica familiar permite que priorizem a qualidade de vida, rejeitando a extenuante carga horária praticada por gerações passadas.
Mudança de prioridades
Os custos crescentes de vida e o desejo de bem-estar também motivam essa mudança. Ao contrário de seus pais, muitos jovens chineses agora têm a liberdade de rejeitar ofertas de trabalho que não atendem às suas expectativas de equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.
As empresas enfrentam desafios para ajustar suas políticas e reter talentos, já que muitos não aceitam mais o modelo 996.
Futuro do trabalho na China
A evolução desse movimento já provoca efeitos no mercado de trabalho. Modificações legislativas e estratégias corporativas estão sendo consideradas para adaptar-se às demandas dessa nova força de trabalho.
Embora o modelo 996 ainda esteja presente, a resistência crescente pode levar a mudanças significativas na cultura empresarial da China nos próximos anos.











